APRESENTAÇÃO


O conjunto de trabalhos que o amigo leitor encontrará aqui foi produzido ao longo de alguns anos. Não posso aqui precisar quantos, talvez uns vinte. A grande maioria deles publicada no jornal A TRIBUNA SANJOANENSE de SÃO JOÃO DEL REI (minha terra nanal) e NOVA MIDIA de BARBACENA; ambas tradicionais cidades históricas mineiras muito politizadas.

Obviamente há uma cronologia de publicação associada aos acontecimentos que inspiraram as respectivas reflexões. Depois de muito pensar, se deveria mencionar datas, resolvi aboli-las, pois achei que correria o risco de tornar seu passeio um tanto dirigido e até cansativo. Posso imaginar alguém lendo algo retratando fato acontecido há anos! Talvez se sinta entediado. Então, no intuito de instigá-lo, apresento uma miscelânea de trabalhos recentes e antigos, a fim de lhe subtrair, de propósito, qualquer direcionamento e deixá-lo livre para pensar, buscando no tempo, por si, tal associação. Acredito ainda que dessa forma esteja incitando sua curiosidade à medida que avance passos adentro. Sua leitura poderá inclusive ter início pelo fim ou pelo meio, que não haverá prejuízo algum para a percepção de que as coisas no Brasil nunca mudam. Ficará fácil constatar que a vontade política é trabalhada para a perpetuação da incompetência administrativa, obviamente frutífera para algumas minorias.

Penso que, se me dispus a estas publicações, deva estar antes de tudo, suscetível a criticas e, portanto, nada melhor que deixá-lo, valendo-se unicamente das informações contidas no texto, localizar-se na história. Caso não lhe seja possível, temo que o trabalho perca qualidade perante seu julgamento pessoal. Por conseguinte, acredito que isso não acontecerá; a não ser que o leitor não tenha, em tempo, tomado conhecimento dos fatos aqui retratados. Procurei selecionar de tudo um pouco; certamente sempre críticas, porém algumas muito sérias carregadas de um claro amargor. Outras, mais suaves, pândegas e até envoltas num humor sarcástico. Noutras retrato problemas da minha São João del-Rei. Até cartas para congressistas em Brasília há. E em alguns pontos, para abusar da sua paciência, introduzi coisas muito particulares. Críticas à parte, nessas, apenas falo de mim, afinal, apesar de amigos, talvez nunca tenhamos trocado impressões sobre coisas tão pessoais. . .

Aqueles que me conhecem há tempos, sabem que sou um obstinado por política, apesar de jamais tê-la exercido diretamente. Motivos houve de sobra e numa oportunidade poderei explaná-los. Todavia, do fundo do coração, afirmo que tal paixão tem como motor um doloroso inconformismo por ver o Brasil tão esplêndido e tão vilipendiado; vítima inconteste dessa cultura avassaladora de demasiada tolerância à antiética e à imoralidade na administração pública. Comprovadamente este é o pior dos tsunames com potencial para ter retardado nosso progresso mais de três séculos e grande responsável pela perpetuação da pobreza de metade da nossa população, pelo analfabetismo total e funcional, pela violência social e pelo abismo intransponível que aliena gigantesco contingente, maior que um quinto da população do continente sul americano. Diante do inaceitável absurdo, impossível me conformar em silencio diante dos atos e fatos que vão vergonhosamente enxovalhando nossa história e nos deixando como um gigante deitado sobre o escravismo que a Lei Áurea não foi capaz de abolir.

O título? Esse, talvez, seja o mais difícil explicar. GRITOS SEM ECOS representa uma espécie de pedido de socorro do náufrago, que sabe que de nada adiantará espernear, pois não há interlocutores, não há socorro, não há saída, não há conscientização; mas, assim mesmo, grita.

Será um prazer receber sua visita e ler suas opiniões, elogios ou críticas.

Forte abraço!



quarta-feira, 27 de setembro de 2017

EM 2018 ELEJA UM LADRĀO PARA TE GOVERNAR

EM 2018 ELEJA UM LADRĀO PARA TE GOVERNAR.


Certa vez, conversando numa roda de amigos, ouvi uma frase que marcou-me fortemente. Com poucas palavras o interlocutor foi duramente categórico ao afirmar que o Brasil é um país enfeitiçado, porque tem tudo para ser grande, mas quando as coisas parecem querer entrar na linha, fatos inesperados acontecem para atrapalhar. Crises monetárias, desequilíbrios mercadológicos , instabilidades políticas internacionais, fenômenos metereológicos, guerras. Tudo parece conspirar contra nosso desenvolvimento e bem estar exatamente na hora errada. 

De certa maneira até pode parecer verdadeira a observação, uma vez que não são poucas as vezes que somos pegos pelo calcanhar exatamente na hora de decolar e entāo realizamos voos curtos; dois anos de crescimento e cinco de crise. Somos uma nação ciclotimica negativa ou seja, vivemos ciclos curtos de pujança e ciclos longos de empobrecimento.

Dezenas de analistas debruçam-se sobre o problema e todos chegam à mesma conclusão: precisamos aprender planejar. Planejamento é matéria básica no intuito de aproveitar bem a bonança para se sustentar bem em tempos de crise. 

Mas, será que nosso defeito é mesmo nao saber planejar? Será que não passamos de um bando de idiotas incapaz de somar e medir consequências dos nossos erros ou acertos? Será que nosso estereótipo é mesmo de sermos os burros do palácio? Uma nação grande e rica, que não consegue proporcionar aos seus cidadãos vida digna e mínima esperanca no futuro? Ou, quem sabe, o feitiço exista?

Nada de feitiço, nada de burrice! Graças a Deus e à Democracia temos visto todos os dias que, pelo contrário, somos grandes estrategistas, cuja objetivo maior é roubar, meter a mão no alheio, roer o paiol do vizinho, aumentar a pança com pirão surrupiado. Chegamos à triste conclusão que se nosso defeito fosse burrice, talvez o conserto fosse mais fácil. Mas ao tratar-se de uma nação de estrategistas cleptomaníacos apaixonados pelo bem alheio, aí a coisa se complica e tudo parece dar errado. 

Apesar de já desconfiarmos, ultimamente estamos nos certificando, com toda certeza, que somos uma sociedade dividida em duas bandas: povo e ladrōes. Se você simplesmente não carrega na gola ou na carteira uma insígnia importante, então pertence ao “Grupo Povo” e sua função é pagar sem esperar nada em troca. Mas, se for um felizardo batizado com um brasão oficial, então você esta a salvo para meter a mão no que você pensa que é seu. Afinal colocaram isso na sua cabeça e você lutou para estar lá exatamente para isso, sem jamais ter pensado um minuto sequer em servir bem para fazer jus as benesses que lhe deram como direito imperial numa nação de miseráveis. 

Muitos que ora carregam seus brasões oficiais, nessas alturas do campeonato, devem estar se eximindo de qualquer culpa, afinal nunca possuíram um apartamento para esconder 51 milhões de reais roubados, jamais visitaram um banco suíço ou nunca foram presidentes ou presidentas de nada. 

No entanto é chegada a hora de se ajoelhar sobre a culpa e pedir perdão a Deus todos aqueles que ganham altos salários e gozam de direitos principescos pagos pelo povo e chegam atrasados nos seus postos de trabalho, atendem o cidadão com máxima ma vontade e preguiça ou usam e abusam dos bens públicos de maneira perdulária e irresponsável. 

Não se esqueça jamais que se você vive a custa do povo, tem demais, maltrata demais, gasta demais ou rouba demais, muitos sofrerão demais por terem de menos e o Brasil continuará a ser um país enfeitiçado onde tudo da errado.


ANTONIO KLEBER DOS SANTOS CECILIO


terça-feira, 29 de agosto de 2017

VENEZUELA, UM PATINHO NO ESPETO PARA MOSTRAR AO BRASIL QUE QUEM MEXE COM FOGO MORRE QUEIMADO!


VENEZUELA, UM PATINHO NO ESPETO PARA MOSTRAR AO BRASIL QUE QUEM MEXE COM FOGO MORRE QUEIMADO.
Há algum tempo, lendo um relatório de um velho pensador e ex-marxista, o qual se referia à situação de penúria e insolvência em que está o Brasil, chamou-me especial atenção pequeno parágrafo cujo título é: “Lula perdeu sua utopia”. O prezado leitor obviamente também tenha sua utopia, porque aquele que perde o direito de sonhar transforma a vida em algo maçante e sem graça. Ter uma “utopia”, portanto é algo saudável e faz parte da arte de tentar ser feliz. 
Morrer na graça e ir para o céu, para quem acredita nisso certamente seja a última e mais etérea utopia. Todavia Hugo Chavez, posso garantir, nunca pensara no céu divino, mas num céu segundo ele, muito melhor; o céu terrestre. Na Venezuela não mais haveria pobres, nem ricos, nem ranger de dentes e todos seriam iguais perante ele. Todos seriam felizes e o povo sonhou com tanta certeza que o elegeram democraticamente quase por unanimidade.
Chavez batizou seu projeto político de “Bolivarianismo” relacionando o sonho de justiça ao respeitado herói venezuelano Simon Bolívar, o qual lutara pela libertação do seu povo das garras dos colonizadores espanhóis. Inteligentemente apelou para o simbolismo, cuja estratégia era incendiar a alma nacionalista dos cidadãos dando luz a uma perigosa unanimidade.
Até aí tudo bem e a Venezuela certamente poderia muito bem ter saído do atoleiro secular, se toda unanimidade não fosse burra para não perceber que a imagem de Simon Bolivar tivera sido usada apenas como isca para enganar. O povo Venezuelano, inocentemente não percebeu que a Utopia Chavista nada tinha a ver com o herói nacional, mas estava atrelada ao letal vírus Marxista. Lentamente e sem desconfiar de nada o povo foi sendo enredado pelos novos ventos de uma ideologia que nunca dera certo em lugar nenhum. A não ser para transformar os governantes comunistas em donos da nacionalidade, do povo e da sua vontade.

Mas até aqui o leitor deve estar pensando. O que tem a ver a utopia Lulista com a Chavismo? E eu prontamente respondo que tem tudo a ver, porque o projeto é de âmbito continental. A utopia é transformar a América Latina num céu comunista habitado por um bando de pacíficos anjinhos de presépio, pobrezinhos, ignorantes, com medo da polícia política e do seu grande e pesado cassetete.
Graças a Deus, à Democracia e aos Homens/Mulheres de boa vontade Lula perdeu sua utopia e nós ganhamos a nossa de volta. Mas, e este balaio de gatos em que transformaram o Brasil? O leitor deve estar perguntando? E eu prontamente responde: mais vale um balaio de gatos com democracia do que outro com ditadura comunista.
Aliás, por falar nisso, como já foi dito aqui outras vezes, o balaio de gatos é a principal ferramenta para a implantação da futura utopia de controle e dominação. Nada disso, portanto esta acontecendo por acaso. Faz parte do nosso balaio de gatos a corrupção, a roubalheira, destruição da família, quebradeira dos bens públicos, combate a crenças religiosas, imbecilização dos jovens, ensino de baixa qualidade, protestos violentos, discórdia, antagonismo generalizado, enfraquecimento do Ministério Público e das Polícias, sexo livre, desentendimento entre elementos de sexos diferentes, aparelhamento dos tribunais mais importantes e bipolarização partidária. 
Em suma, dois grandes partidos com o mesmo projeto marxista, porém falando línguas diferentes, a fim de disseminar a polêmica desconstrutiva e dessa maneira dividir a sociedade em dois grupos de inimigos mortais apoiados por uma miscelânea de partidos insignificantes com o intuito de confundir, enganar, mascarar a realidade, desviar a atenção do povo e usufruir de polpudos fundos partidários.  
Essa confusão tem um nome pomposo: chamam-na “Reengenharia Social”. E mais tarde, quando a utopia comunista começa a se transformar em realidade entra em sena o desabastecimento; situação em que o governo não dá a menor bola, se finge de vítima e culpa a oposição da direita conservadora que não aceita dialogar. Desabastecimento gera fome e esta gera submissão, que resulta em controle e ditadura. Essa é a voz da história da esquerda comunista onde ela falou alto.
E este é o perfil presente da nossa irmã Venezuela, patrimônio herdado pelo homem que agora só vai cair do poder de Maduro e ninguém fará nada, porque sem democracia a voz da justiça democrática cala e o mundo tem mais com que se preocupar.
Stalin, o grande guru soviético, responsável por 60 milhões de assassinatos de inocentes indefesos, proferiu a célebre pérola: - “Si controlas a comida do povo, controlas o povo, que vai estar agradecido pelo pouco que damos.” Percebam que suas palavras têm sentido autoritário da primeira letra ao ponto final e, no entanto, tem sido fielmente seguida pelos paladinos da Justiça Social Comunista. Quem pode dar o que não lhe pertence? Na Venezuela o que aconteceu diferente disso antes do golpe final? Agora é tarde! 
Deus salve a liberdade no Brasil e nos livre da mão pesada da Justiça Comunista! 





ANTÔNIO KLEBER DOS SANTOS CECILIO

terça-feira, 25 de julho de 2017

O PÚBLICO E A PRIVADA

O PÚBLICO E A PRIVADA

A história das nações demonstra que o sofrimento é a alma do progresso. Essa intrigante frase pode parecer absurda, mas a história da humanidade demonstra que trata-se da mais pura verdade. Contudo, a afirmação incita grande variedade de opiniões; por isso posso apostar que o leitor, talvez tenha concordado, concordará em parte ou mesmo tenha se colocado radicalmente contra e gostaria de opinar. Mas infelizmente como não estamos num foro de debates isso não é possível. Todavia tentarei a partir daqui aplacar a ânsia opinativa de todos.

O sofrimento é algo naturalmente associado ao medo por nos fazer lembrar de tragédias, epidemias, fome, desemprego, violência social, ditaduras ou, na pior das situações; a guerra. Esta última como alternativa ao fim do dialogo ou simplesmente um caminho escolhido pelos trogloditas e loucos que só pensam em poder, enriquecimento e dominação. 

Certamente os mais atentos tenham notado que há no contexto duas palavras que representam situações básicas e de grande importância no sentido de mover o ser humano para frente, como também para trás. Sofrimento e Medo. O primeiro é útil porque tem o poder de unir e a união incita solidariedade, paz e desenvolvimento. Por último conquista-se a realização pessoal e a felicidade. Contudo há ainda que considerar que é impossível ser feliz sem ser livre e aqui entra outra palavra de peso: Democracia. A grande e única conquista humana capaz de equilibrar respeito mútuo e liberdade com responsabilidade. 

Por sua vez, o medo pode ser altamente prejudicial à dinâmica das conquistas humanas. É geralmente uma arma eficaz para transformar a sociedade em massa de manobra. O homem sujeito ao medo só é recompensado se obedecer a um comando supremo ditador de ordens, que o impede de pensar diferente da unanimidade ordenada. Caso se rebele, experimentará uma gama de castigos com o intuito de transformá-lo num ser medroso, incapaz de reagir e, portanto útil a um sistema ditatorial. Essa é a receita do retrocesso. Nações que instituiram o medo generalizado caíram no fosso do caos e da pobreza. 

Diante do arrazoado acima pergunto ao leitor: - A desordem que ora acontece no Brasil é por acaso? A resposta é obvia: - Claro que não! A latrina em que vivemos hoje é algo programado de maneira sutil, para dividir a sociedade, assim a enfraquecendo e tornando-a preza fácil para ser dominada. Homens dominados são improdutivos, tornam-se dependentes do Estado e transformam-se em máquinas de votar em bandidos. 

Prova disso é que no Brasil atual há uma unanimidade: A corrupção, a malandragem e a mentira transformaram-se em instituições oficiais. Não há alternativa para quem queira viver vida digna e em paz, uma vez que o fedor contamina a todos, quem tem culpa e quem não tem. Aquele que não estiver disposto a sorver a nuvem fétida é taxado de conservador de direita; egoísta, contra os pobres, contra as minorias, destruidor da natureza e portanto, um ser politicamente incorreto e abominável, que precisa e deve ser perseguido e destruído. 

Nelson Rodrigues, o genial escritor brasileiro ensinou que “toda unanimidade é burra.” Ele tinha razão, mas penso que nem sempre toda unanimidade seja burra. Há situações em que não o é. No caso do Brasil a unanimidade criminosa dos nossos políticos não é burra, ao contrário, resultado de grande inteligência. Quem almeja viver no Império da Latrina para dominar e enriquecer rapidamente precisa transformar todos em massa marrom. A uniformidade evita a contestação, a polêmica e garante segurança e impunidade. Como julgar e condenar a todos? E quem julgará os que julgam? Numa situação dessas errado é quem esta certo e o crime passa a compensar.

Diante desse absurdo histórico há ainda outra unanimidade, essa burra mesmo. Uma parte da sociedade achincalhada e explorada se cansou de protestar. E a outra abraçou a bandeira vermelha do Império da Latrina. Por desinformação ou altos interesses almeja que as coisas continuem como estão. Se esquecem que as coisas como estão são insustentáveis e têm grande chance de piorar podendo entregar o Brasil nos braços de uma ditadura comunista, assim como temos visto acontecer na vizinha Venezuela. 

No fundo desse abismo haverá choro, fome e ranger de dentes. Pagaremos caro para entender que o sonho comunista, que estão querendo nos impor não passa de uma farsa. Um golpe que invariavelmente dura décadas empobrecendo a sociedade através da imposição do terror e do medo. Homens aterrorizados e medrosos sofrem, a fim de aprender que os políticos só respeitam o povo que dorme de olhos bem abertos. Assim, certamente a sociedade será mais atenta, menos medrosa, esquecerá as diferenças ideológicas e se unirá no sofrimento, para combater os canalhas e parasitas. 



ANTÔNIO KLEBER DOS SANTOS CECILIO














  

quarta-feira, 28 de junho de 2017

OS PARTIDOS DO BRASIL PARTIDO

OS PARTIDOS DO BRASIL PARTIDO

Sabe-se, há mais de 1 século, que no campo político existem dois times: Direita e Esquerda. Sabe-se também que a Direita nunca se preocupou com o "Direito dos mais fracos" e a Esquerda, da mesma forma, nunca se preocupou com a "Justiça Social", que tanto defende, porque sua verdadeira Justiça é dinheiro no bolso e poder na cabeça de quem manda. 

Estamos todos assistindo a comprovação disso no presente momento, quando nosso país é massacrado por devastadores esquemas de corrupção sem precedentes na história da humanidade. A dedução é simples: ambas não servem para nada. Não passam de facções criminosas, revezando-se no poder, cada qual mirando interesses próprios e pessoais de seus comandantes revolucionários, admiradores e seguidores, enquanto o povo continua na miséria eterna.

Em assim sendo, em continuação ao teatro dos absurdos que temos visto a cada dia, na América Latina e no Brasil bolivarianos, assistimos há alguns dias atrás o esperado julgamento da chapa "Dilma Temer", ex-amigos e ex-sócios políticos. Um impasse bombástico colocado no colo do Tribunal Superior Eleitoral. Se condenados ambos estariam fritos. Temer perderia o cargo e estaria sujeito ao abraço perverso de Sérgio Moro, o diabólico caçador de ratos. E Dilma perderia o direito de se candidatar nos próximos oito anos. 

A partir daí os brasileiros estariam mais fritos ainda com o prolongamento da estagnação econômica, aumento da incerteza, do desemprego e da pobreza, enquanto os 35 partidos de esquerda que ora desgovernam o país, dariam início a uma guerra sangrenta, todos querendo a mesma coisa. Eleições diretas ou seja, povo nas urnas  escolhendo o novo velho, pois, segundo o que se sabe o novo ainda está por nascer ou não estaria interessado em se meter no ninho de serpentes da política nacional.

Mas a absolvição de ambos aconteceu. Temer continuará na presidência e Dilma livre e solta, para se candidatar a qualquer coisa, inclusive a Conselheira do Bloco Paga um Leva Dois. Diante disso, cabe a pergunta estampada na cabeça de cada brasileiro capaz de somar 1 + 1. O que mudou?
A resposta que não pode e não deve calar é óbvia. Por enquanto nada mudou! Continuaremos a assistir o governo de Michel Temer ser bombardeado a cada dia com mais e mais acusações de escândalos, o Congresso Nacional paralisado, Empresas Produtivas em compasso de espera, o Brasil na mira da crítica internacional e o volume de desempregados se multiplicando. Por outro lado, veremos até as próximas eleições as facções de esquerda brigarem pelo VOLTA LULA; réu em inúmeros processos; aquele que não vê, não enxerga, não ouve, não possui, não conhece, não lembra e mesmo assim garante pela terceira vez que, se voltar colocará o país na linha do trem vermelho comunista sem planejamento, sem dinheiro e sem saber de onde vai tirá-lo. 

Diante do futuro macabro, volto aqui a bater na mesma tecla, com o objetivo de botar na cabeça dos leitores, que infelizmente são poucos, apelando para que não percam oportunidades preciosas de convencer tantos quantos mais puderem a entender que estamos numa guerra de ratos contra gatos, cujos gatos somos nós, o povo, donos da nacionalidade e quem paga a conta.

Impossível imaginar que numa guerra entre animais houvesse gatos defendendo ratos. E é isso que muitos apaixonados inocentes e mal informados fazem, quando saem por ai defendendo a súcia que esta destruindo o Brasil. Se esquecem que povo sempre serviu exclusivamente para pagar a conta, pois na hora da divisão do botim torcedor não entra. 

Precisamos todos, gatos da Direita e da Esquerda entender que nossos políticos, salvo honrosas excessões, trabalham roendo nossos celeiros, nossas esperanças, nossa honra e o futuro de nossos filhos. É passada a hora de queimarmos as bandeiras da Direita e da Esquerda e hastearmos a bandeira do povo. A Bandeira Nacional, o Pendão da Esperança tão bem retratado e homenageado pelo poeta Olavo Bilac e pelo compositor musical Francisco Braga. Hino este que desde 1906 passou a fazer parte dos respeitáveis símbolos da brasilidade democrática, ética, ordeira, e desenvolvimentista; nem de direita, nem de esquerda, mas do Direito. 


ANTONIO KLEBER DOS SANTOS CECILIO. 










sexta-feira, 26 de maio de 2017

HOMENAGEM AOS HERÓIS DA LAVA JATO



HOMENAGEM AOS HERÓIS DA LAVA-JATO

Como sabem há muito, estamos numa torcida silenciosa e sofrida pelo sucesso do vosso trabalho, que será o sucesso do Brasil e a salvação do futuro dos herdeiros da nacionalidade. Pelo amor de Deus, jamais desistam da vossa nobre missão de combater a mentira, o embuste e a cooptação do nosso Brasil ao comunismo sórdido, neste caminho tenebroso engendrado pelo diabólico Foro de São Paulo, onde tudo vale, desde que os bandoleiros do apocalipse atinjam o fim de si assenhorarem das nossas vidas e da nossa liberdade de ser, sonhar e pensar ou de simplesmente termos paz e sermos felizes. Estejam preparados para o bombardeio, pois eles jamais poderiam imaginar que houvesse no universo, alguém capaz de colocar em risco sua sede de viver bem espoliando impiedosamente quaisquer vivente. 

Haverá momentos de desânimo, mas não há vitória sem dor, não há ganho sem luta, jamais haverá justiça se não houver heróis e nunca haverá filhos livres e orgulhosos sem a determinação atávica de defender a verdade. Deus os compensará e a história os louvará. 

Quanto aos idiotas úteis, lembrem-se sempre da derradeira frase da Santa morte de Deus na cruz da insanidade: "ELES NÃO SABEM O QUE FAZEM"

quarta-feira, 24 de maio de 2017

O COMUNISMO DE QUADRILHA

 O COMUNISMO DE QUADRILHA

Tenho ouvido muitos jornalistas dizerem que esta muito difícil trabalhar no Brasil devido à rapidez que os fatos acontecem e logo são substituídos por novos. Concordo, mas penso que o uso da palavra 'fatos' tem o poder de amenizar bastante a profundidade do desastre nacional. Eu prefiro substituir fatos por 'escândalos'.

A mesma situação tenho vivido toda vez que se aproxima a nova edição deste jornal. Como evitar o risco de ser repetitivo abordando fatos que aconteceram hoje, alguns minutos depois foram parar nas redes sociais e amanhã já pertencem à pré-história?

Comprovadamente novidades trazem mudanças e estas nos incomodam, porque pertencem ao mundo do desconhecido e sair da nossa zona de conforto, onde tudo teoricamente já esta sob nosso domínio, nos desagrada e é motivo de revolta e medo.  Por isso a velocidade informativa tem sido objeto de inúmeras teses que atribuem ao fenômeno a culpa pelo elevado número de doenças emocionais ou mesmo físicas, que no momento sacrificam e até matam multidões.

Particularmente penso que os veículos de comunicação modernos são hoje o grande trunfo que temos contra os candidatos a ditadores donos do poder, uma vez que pessoas bem informadas são imunes à mentira e ao embuste. E como não há nada perfeito neste mundo, nos adaptemos, perdoemos as falhas e agradeçamos a  Deus as vantagens de termos nos olhos o mundo imediato e nas mãos os canalhas para serem julgados democraticamente e punidos sob os rigores da lei, se culpa tiverem.

Pois é, diante deste 10 de maio, dia que passará para a história como o primeiro em que um ex-presidente brasileiro assenta-se num banco de réus no país dos confrades e puritanos, vou tentar fazer aqui um congelamento dos fatos para passarmos o bisturi apenas nas lições que devemos observar agora.

Hoje o Brasil assiste a uma guerra entre a Política e a Justiça. Mau sinal para uma uma democracia onde ambas devem caminhar de mãos dadas, desde que com a verdade e para o bem. Lula jura sua inocência, afirma que não comeu do doce enquanto aparece com as mãos meladas. Os idiotas úteis certamente dirão que ninguém come com as mãos, mas a Justiça dirá que são elas que levam as gostosuras da mesa até a boca. Apenas uma coisa é certa neste dia de defesas e acusações: Se um pobre coitado qualquer tivesse roubado um crucifixo de bambu para benzer sua mãe moribunda, estaria na cadeia sem previsão de soltura.

Mas deixando as divagações pra lá, voltemos ao celebre réu deste histórico dia.  Ele é o exemplo vivo do quanto a ambição extremada faz mal aos homens. Um sujeito que teve todas as chances do mundo dos sortudos de tornar-se o salvador da Pátria e figurar nas paginas douradas da história, assentado num banco de réus! Antes de acusar ou absolver Lula, pergunto o que certamente todos devem estar se perguntando: - O Brasil merece isso? Merecemos todos estar no fundo do poço assistindo nossa sociedade se desintegrar diante da falência generalizada da ética e da economia? Diante de um mundo que nos critica e nos classifica como um dos países mais atrapalhados, violentos e corruptos do mundo?

Se Lula for para a cadeia tudo estará resolvido? Espero que cadeia para Lula sirva pelo menos de exemplo; não só para ele, mas também para tantos que trafegam pelo submundo da ambição desenfreada. Contudo, infelizmente, nada estará resolvido, pois, segundo estatísticas nacionais e internacionais o Brasil levará décadas para livrar-se das dividas, do deficit público e da bagunça generalizada em que se encontra, se começar a se reorganizar hoje. Senão continuaremos sem estradas, hospitais, postos de saúde, médicos, escolas, empregos, segurança; prontos para morrer nas esquinas, ruas e avenidas da morte.

Contudo a lição mais importante, talvez seja para os letrados e palhaços mal informados que defendem o Comunismo de Quadrilha com garras e dentes. Estão aí na nossa cara os fatos históricos recentes demonstrando mais uma vez para o Brasil e para o mundo que a "Igualdade Comunista" sempre foi bandeira dos oportunistas e candidatos a ditadores sanguinários. Estão ai nas páginas dos jornais nossos irmãos venezuelanos nadando num banho de sangue só porque precisam de papel higiênico para limpar o traseiro e querem votar em eleições livres e democráticas.

Comunismo nunca deixou de ser uma malfadada história de miséria, opressão antagonismo, mentira, massacre e imbecilização das massas populares. Em lugar nenhum onde prevaleceu deixou de haver elites,  miseráveis, opressão e medo. Aplicar Comunismo para recuperar qualquer sociedade doente é o mesmo que um médico receitar veneno para seu paciente. Estaria o salvando das dificuldades da vida impondo-lhe as delicias da morte.

A estratégia dos pré-candidatos comunistas a donos do poder eterno é a mesma há  mais de um século e estava em curso também aqui no Brasil com Lula e Dilma. Os governantes se unem com os super-ricos e ambos servem-se uns dos outros. Na outra ponta passam melado na boca dos pobres aos pouquinhos, com cuidado, para nunca apagar suas esperanças e sempre mantê-los pobres e ignorantes; afinal precisam de seus preciosos votos. No meio, espremida, fica a classe média convocada a pagar tudo com altas frequentes de impostos, taxas, tarifas, juros, contribuições e falências. Tudo sem nenhum retorno, claro! Afinal a sociedade precisa estar dividida e fraca para ser dominada!

Sociedades democráticas, coesas, fortes e bem informadas não vão na conversa de picaretas; ao contrário os prendem e os põem na cadeia.


ANTÔNIO KLEBER DOS SANTOS CECÍLIO

terça-feira, 23 de maio de 2017

SEGUNDA FEIRA, O DIA DO PESADELO

SEGUNDA FEIRA, O DIA DO PESADELO

Segunda-feira! Antigamente, nos tempos que éramos felizes e não sabíamos, dia da preguiça.

Hoje, que queremos ser felizes, mas os canalhas que nos governam não deixam, dia do pesadelo!

Quais serão as novas e eletrizantes novidades e absurdos da nova semana, que desfilarão à frente dos nossos olhos e paciências cansadas?

Quais serão as desculpas esfarrapadas, que tentarão nos enfiar goela abaixo na certeza de que somos verdadeiros idiotas?

Quantas vezes mais ouviremos as celebres palavras "JAMAIS", "NUNCA", "NÃO SEI", "NUNCA VI", "NÃO PROCEDE", "NAO  ME LEMBRO", "VOU PROCESSAR"?

Quantos novos bilhões saberemos que os ladroes, filhos da pujança desvairada nos roubaram?

Até sexta feira quem sobreviver saberá!

Sobreviva, porque, com certeza estarão torcendo para que todos morramos, a fim de que comam a carniça mal cheirosa a sos, de preferência em Nova York ou, mais modestamente, na latrina brasiliana.

ANTONIO KLEBER DOS SANTOS CECILIO

Publicado no Facebook, no dia 22 de maio, uma segunda feira no auge da Operação Lava Jato, quando todos os anjos do céu brasileiro tinham algo a esconder. No dia seguinte, terça-feria acordamos com a noticia de que 4 anjos foram presos em casa simplesmente pelo super-faturamento de 900 milhões de reais na construção da Arena Mane Garrincha. Foram denunciados por um acordo de delação premiada.