APRESENTAÇÃO
O conjunto de trabalhos que o amigo leitor encontrará aqui foi produzido ao longo de alguns anos. Não posso aqui precisar quantos, talvez uns vinte. A grande maioria deles publicada no jornal A TRIBUNA SANJOANENSE de SÃO JOÃO DEL REI (minha terra nanal) e NOVA MIDIA de BARBACENA; ambas tradicionais cidades históricas mineiras muito politizadas.
Obviamente há uma cronologia de publicação associada aos acontecimentos que inspiraram as respectivas reflexões. Depois de muito pensar, se deveria mencionar datas, resolvi aboli-las, pois achei que correria o risco de tornar seu passeio um tanto dirigido e até cansativo. Posso imaginar alguém lendo algo retratando fato acontecido há anos! Talvez se sinta entediado. Então, no intuito de instigá-lo, apresento uma miscelânea de trabalhos recentes e antigos, a fim de lhe subtrair, de propósito, qualquer direcionamento e deixá-lo livre para pensar, buscando no tempo, por si, tal associação. Acredito ainda que dessa forma esteja incitando sua curiosidade à medida que avance passos adentro. Sua leitura poderá inclusive ter início pelo fim ou pelo meio, que não haverá prejuízo algum para a percepção de que as coisas no Brasil nunca mudam. Ficará fácil constatar que a vontade política é trabalhada para a perpetuação da incompetência administrativa, obviamente frutífera para algumas minorias.
Penso que, se me dispus a estas publicações, deva estar antes de tudo, suscetível a criticas e, portanto, nada melhor que deixá-lo, valendo-se unicamente das informações contidas no texto, localizar-se na história. Caso não lhe seja possível, temo que o trabalho perca qualidade perante seu julgamento pessoal. Por conseguinte, acredito que isso não acontecerá; a não ser que o leitor não tenha, em tempo, tomado conhecimento dos fatos aqui retratados. Procurei selecionar de tudo um pouco; certamente sempre críticas, porém algumas muito sérias carregadas de um claro amargor. Outras, mais suaves, pândegas e até envoltas num humor sarcástico. Noutras retrato problemas da minha São João del-Rei. Até cartas para congressistas em Brasília há. E em alguns pontos, para abusar da sua paciência, introduzi coisas muito particulares. Críticas à parte, nessas, apenas falo de mim, afinal, apesar de amigos, talvez nunca tenhamos trocado impressões sobre coisas tão pessoais. . .
Aqueles que me conhecem há tempos, sabem que sou um obstinado por política, apesar de jamais tê-la exercido diretamente. Motivos houve de sobra e numa oportunidade poderei explaná-los. Todavia, do fundo do coração, afirmo que tal paixão tem como motor um doloroso inconformismo por ver o Brasil tão esplêndido e tão vilipendiado; vítima inconteste dessa cultura avassaladora de demasiada tolerância à antiética e à imoralidade na administração pública. Comprovadamente este é o pior dos tsunames com potencial para ter retardado nosso progresso mais de três séculos e grande responsável pela perpetuação da pobreza de metade da nossa população, pelo analfabetismo total e funcional, pela violência social e pelo abismo intransponível que aliena gigantesco contingente, maior que um quinto da população do continente sul americano. Diante do inaceitável absurdo, impossível me conformar em silencio diante dos atos e fatos que vão vergonhosamente enxovalhando nossa história e nos deixando como um gigante deitado sobre o escravismo que a Lei Áurea não foi capaz de abolir.
O título? Esse, talvez, seja o mais difícil explicar. GRITOS SEM ECOS representa uma espécie de pedido de socorro do náufrago, que sabe que de nada adiantará espernear, pois não há interlocutores, não há socorro, não há saída, não há conscientização; mas, assim mesmo, grita.
Será um prazer receber sua visita e ler suas opiniões, elogios ou críticas.
Forte abraço!
quinta-feira, 18 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
OS ESTADOS UNIDOS NÃO É O MONSTRO QUE PINTAM
Dizem que se não fossem os loucos, os
jornalistas morreriam de fome.
Mais uma vez um desses debilóides cheios de
ódio para instilar sorrateiramente ceifa a vida de inocentes indefesos num
momento de festa e descontração e o mundo se espanta diante da lembrança
daquele nefasto 11 de setembro, quando centenas de inocentes morreram nas
torres gêmeas.
Dentre
as vítimas, uma criança de oito anos morta sem ao menos ter conhecido direito a
vida e a que barbarismos seus semelhantes são capazes de chegar, muitas das
vezes, na sórdida salvaguarda de valores cultuados em nome de Deus.
Novamente
os Estados Unidos sofrem pela inveja e desdenho a sua grandeza!
Claro que em
dezenas de ocasiões a política externa americana não se comporta como a boa mãe
que todos gostaríamos que fosse, entretanto não é justo que o terceiro mundo
atribua plena culpa das suas mazelas e do seu atraso unicamente à mão pesada do
Tio San.
Os responsáveis pelas procelas sociais que
nos atormentam, na sua maioria, vivem bem longe dos Estados Unidos; ocupando
palácios governamentais, câmaras legislativas e côrtes, não só no Brasil, mas
na América Latina e grande parte do resto do mundo subdesenvolvido.
Se
os governantes do terceiro mundo tomassem como exemplo a capacidade de
trabalho, o fanatismo pela eficiência, o senso de nacionalismo e respeito à
imagem da pátria, assim como a obsessão pela organização, desenvolvimento tecnológico
e social e respeito às liberdades individuais; menos trevas haveria em nossos
horizontes e nossos povos, talvez não vivessem no mesmo passo
desenvolvimentista dos americanos, mas, com certeza, estariam muitas vezes melhor
do que estão hoje.
Governantes
corruptos, lobismo corruptor, corporativismo sindical, legislação trabalhista
paternalista, legislativos inoperantes, excessiva burocracia, sistemas fiscais
e tributários esmagadores, judiciários imperiais, privilégios principescos para
o funcionalismo, serviço público caro e ineficiente e ditaduras dinásticas em
países orientais é realidade abundante no terceiro mundo, impedindo que os
dirigentes entendam, incentivem e respeitem o desejo de liberdade e progresso
de seus cidadãos. Por isso optam por denegrir a imagem dos Estados Unidos, procurando
desenhar no horizonte a eterna ameaça do monstro imaginário plantado nas mentes
incautas e ignorantes. Política que os ajuda a se perpetuar no poder por anos e
décadas a fio, neutraliza ânimos de lideranças que tenham potencial de contestação
e, com certeza, propicia brutal enriquecimento próprio através de injustas
concentrações de renda, aonde muitos têm nada e poucos têm tudo.
Prova cabal da afirmação acima esta na
história de países como o Brasil, detentor de território do mesmo tamanho e
dono de potencialidades muitos superiores às dos americanos. Apesar de terem a
mesma idade os dois países, em pleno século XXI, vivem realidades extremamente
opostas. Em primeiro lugar, por culpa dos nossos queridos colonizadores que nos
entregaram de bandeja aos interesses Britânicos e depois da independência por
nossa própria burrice, desonestidade, incapacidade gerencial e traição dos
nossos governantes. Nós não podemos impedir que o urubu defeque em nossa
cabeça, mas, se olharmos para cima de boca aberta ele poderá defecar dentro
dela.
Nesse caso a culpa será de quem?
sábado, 13 de abril de 2013
PRIVATIZAÇÃO DO MARACANÃ. VOCÊ CONCORDA?
Panteão do futebol nas terras
brasileiras pentacampeãs do mundo, o Maracanã depois de quase setenta anos de
bons serviços prestados e de ter consumido na última reforma uma montanha de milhares
de reais, esta prestes a passar ao domínio da iniciativa privada. Com apoio
popular ou sem, isso não vem ao caso, dentro em breve tudo estará consumado e o
Estado não mais será o responsável pela manutenção do gigante. Caberá a ele
receber a bolada inicial, aplicar um regulamento e depois embolsar
periodicamente o aluguel do inquilino que lá se estabelecer.
O que o torcedor ganhará com isso é
muito óbvio. Pelo menos teoricamente maior conforto, segurança e prazer de
estar num lugar mais bonito. Quanto aos preços dos ingressos, certamente ficarão
mais caros, pois empresas privadas funcionam mediante expectativa de vantagem;
assim em cada bilhete estarão embutidos gastos com aquisição da concessão
somados ao custo de manutenção mais a margem de lucro.
O resto da história todos maiores de
doze anos conhecem. Não haverá prestação de contas de nada. Para onde irá a
dinheirama, nem Deus saberá. Aliás, certeza de que Deus não vai querer saber se
tem absoluta, senão não fechariam contrato. Bom negócio em âmbito estatal no Brasil
é sempre aquele que fica acima do conhecimento e do entendimento dos mortais e
de Deus.
A justificativa corrente nesses
casos de privatização é a de que o Estado é mau gestor e seria maior vantagem
dar de mão beijada um patrimônio que custou dezenas de milhões ao povo do que
mantê-lo sob poder do bando de ratos que infestam as dispensas estatais. Um
Maracanã novinho em folha estaria destruído em poucos anos, pois os larápios
roedores não pregariam um prego sequer para mantê-lo de pé. Então, outras
reformas bilionárias logo seriam
necessárias, sempre à custa do erário
público.
Intrigante é que, quando o presidente
Fernando Henrique no intuito de sanear as finanças públicas e arejar a
economia brasileira se viu na obrigação de estatizar alguns antros que só davam
prejuízo e proporcionavam boa vida a poucos felizardos as oposições logo se
arrepiaram baseadas na justificativa de que empresas públicas são espólio de
gerações passadas, que as ergueram à custa de muito trabalho e sacrifício. A
justificativa é nobre e legítima, mas nobreza e legitimidade nunca pagaram
conta alguma e os déficits só aumentavam. Agora
que estão no comando se esqueceram de tudo que defendiam e seguem a mesma
cartilha privatizante, a fim de se livrarem dos elefantes brancos que só dão
prejuízo ao povo, engordam ratos de estimação e esvaziam o caixa do governo.
O processo de estruturação e industrialização
de qualquer país, quando no início requer interferência governamental na
construção da infra-estrutura básica que engloba hidrelétricas, rodovias,
portos, aeroportos, grandes usinas, etc. Nesse estágio primário a iniciativa
privada ainda é incipiente e não dispõe de recursos suficientes. Mas num
segundo estágio, quando algumas dezenas
de empresas já reúnem condições técnicas e financeiras para assumir a direção e
a iniciativa de novos empreendimentos, o Estado deve se retirar e se manter
apenas nas funções de normatizar e supervisionar.
Nos países centrais é costume a
iniciativa privada construir desde estádios até usinas e rodovias. O empreendedorismo
é incentivado e livre. Qualquer empresa esta automaticamente licenciada para
construir sua própria rodovia ou seu aeroporto. Basta que tenha recursos e
adquira os espaços necessários pelas vias normais. Obviamente o investidor
colocará sua estrutura à disposição do usuário mediante cobrança de aluguel e
pagamento de impostos ao Estado. Esse é o segredo do sucesso das grandes
economias. As empresas privadas trabalham enxutas, não pagam altas cargas
tributárias e o Estado não se sobrecarrega com responsabilidades empresarias e
desvios comportamentais. Esta livre para retribuir os impostos que recebe em
serviços públicos de alta qualidade e pagamento de bons salários.
Infelizmente, logo depois das
revoluções e das ditaduras militares, a América Latina parece viver uma espécie
de ressaca alérgica pela direita. Ser da direita virou quase crime e muitos até
podem entender como escolha politicamente incorreta. Noventa por cento do meio
político na América Latina contemporânea é da esquerda radical ou moderada. No
entanto a esquerda não se moderniza; teima em carregar na pele e na genética
uma espécie de aversão à iniciativa privada. Vendem a falsa idéia de que o
empresário investidor que luta por um ideal pessoal e em troca gera riqueza com
eficiência é um cão faminto que morde sem latir. Enquanto que, na verdade, quem
tem os dentes mais afiados é o próprio Estado que se veste de mãe e empresário,
administra mal, presta péssimos serviços à população, cria uma malta de ladrões
sedentos pelas suas generosas tetas e dissimula sua incompetência às avessas
com auxílios e bolsas para os pobres, enquanto todos sabemos que pobreza se
combate com educação e demanda por mão de obra. Se o Estado não protege as
empresas e não incentiva a iniciativa privada, esta mentindo quando anuncia a
criação de milhares de empregos. Na esteira dessa péssima conduta, se ainda foi
possível criar milhares de empregos, da outra forma menos interferente teria
gerado milhões.
Por isso querido povo compatriota,
duvide dos candidatos que prometerem milagres acenando com auxílios disso e
daquilo. Sei que é difícil ver o sorvete pronto sendo oferecido e não
aceitá-lo. O grande problema é que essa oferenda fácil você mesmo é quem vai
pagar, com serviços públicos da pior espécie. Enquanto o governante paga seu
sorvete, compra menos um mamógrafo para o posto de saúde, oferece baixos
salários aos professores que estão educando seu filho, monta menos um
laboratório escolar ou asfalta menos uma rodovia.
Este é o caminho para manter o
círculo vicioso secular que vivemos de ignorância, pobreza, promessas,
inflação, juros altos, alta carga tributária, carestia, baixos salários,
aposentadorias miseráveis, corrupção...
ANTONIO
KLEBER DOS SANTOS CECILIO
TOMATE SUBIU? NABÃO NO PESSOAL!
Existem certos caras que falam asneiras duras
de deglutir! Contudo, outro dia, criticando a alta dos alimentos, que
vem empurrando a inflação pra cima do ministro Margarina – ele foi
promovido a margarina porque ela anda mais cara que a manteiga - o mala
filosofou com certo fundamento:
“ É até bom os alimentos ficarem bem caros, porque aí o grande contingente de gorduchos, seus corações enferrujados, coronárias entupidas, hipertensão nas nuvens, triglicérides a mil e artrite até nas orelhas; vai diminuir”.
Aí pensei:
Ganhará a sociedade por um todo! Os aviões não precisarão recalcular a carga humana; o SUS e planos de saúde economizarão com a melhoria da saúde; na multidão não haverá aqueles caras andando devagarzinho atrapalhando o tráfego. Vai acabar bulling nas escolas contra o eterno rolha de poço, bolão, anda e fica, bola 7, plasta. Ronaldinho ex-fenômeno, Maradona e até o Vampeta voltarão ao futebol; Jô Soares vai mandar beijo do magro e a Dilma RussefA vai virar top model.
Enquanto isso os produtores de tomate vão ganhar tanto dinheiro, que construirão mansão, viajarão pras ilhas gregas, comprarão boi nelori para engordar, carros importados e colocarão o nabão em todo mundo, inclusive nos médicos que ficarão desempregados, porque só moscas irão aos consultórios e os planos de saúde vão quebrar. Será a única maneira de descontar as tantas vezes que tiveram que jogar tomate fora, porque o preço de venda não pagava nem a colheita.
Além de tudo isso, a benfazeja alta vai derrubar a máscara do PT, que poderá perder a eleição pra presidente em 2014; mas já ameaçou que até lá pode confiscar as fazendas de tomate prá colocar o nabão no PSDB e no PSB, num maquiavélico plano inspirado na eficiente Revolução Bolivariana Chavista. Fará parte do plano, colocar Lula Lá Fidel Castro Inácio da Silva na lida da plantação auxiliado pela dupla de super Zés, Dirceu e Genuíno; aqueles injustamente condenados pelo STF pela sua demasiada santidade. Isso servirá para mostrar que o comandante Lula Lá é um cabra macho prá chuchu do nordeste, que topa qualquer parada; com duas mulheres ou até solteiro mesmo e que os santos Zés, se forem para o céu vão formar a dupla sertaneja cujo nome será Zé 1 e Zé 2. Se São Pedro vai gostar disso não é possível prever, mas o PT já garantiu, por tudo que é sagrado, que São Pedro também é comunista do papo amarelo. Prova disso é a falta de chuva que fez faltar tomate, sobrar procura e o preço subir.
“ É até bom os alimentos ficarem bem caros, porque aí o grande contingente de gorduchos, seus corações enferrujados, coronárias entupidas, hipertensão nas nuvens, triglicérides a mil e artrite até nas orelhas; vai diminuir”.
Aí pensei:
Ganhará a sociedade por um todo! Os aviões não precisarão recalcular a carga humana; o SUS e planos de saúde economizarão com a melhoria da saúde; na multidão não haverá aqueles caras andando devagarzinho atrapalhando o tráfego. Vai acabar bulling nas escolas contra o eterno rolha de poço, bolão, anda e fica, bola 7, plasta. Ronaldinho ex-fenômeno, Maradona e até o Vampeta voltarão ao futebol; Jô Soares vai mandar beijo do magro e a Dilma RussefA vai virar top model.
Enquanto isso os produtores de tomate vão ganhar tanto dinheiro, que construirão mansão, viajarão pras ilhas gregas, comprarão boi nelori para engordar, carros importados e colocarão o nabão em todo mundo, inclusive nos médicos que ficarão desempregados, porque só moscas irão aos consultórios e os planos de saúde vão quebrar. Será a única maneira de descontar as tantas vezes que tiveram que jogar tomate fora, porque o preço de venda não pagava nem a colheita.
Além de tudo isso, a benfazeja alta vai derrubar a máscara do PT, que poderá perder a eleição pra presidente em 2014; mas já ameaçou que até lá pode confiscar as fazendas de tomate prá colocar o nabão no PSDB e no PSB, num maquiavélico plano inspirado na eficiente Revolução Bolivariana Chavista. Fará parte do plano, colocar Lula Lá Fidel Castro Inácio da Silva na lida da plantação auxiliado pela dupla de super Zés, Dirceu e Genuíno; aqueles injustamente condenados pelo STF pela sua demasiada santidade. Isso servirá para mostrar que o comandante Lula Lá é um cabra macho prá chuchu do nordeste, que topa qualquer parada; com duas mulheres ou até solteiro mesmo e que os santos Zés, se forem para o céu vão formar a dupla sertaneja cujo nome será Zé 1 e Zé 2. Se São Pedro vai gostar disso não é possível prever, mas o PT já garantiu, por tudo que é sagrado, que São Pedro também é comunista do papo amarelo. Prova disso é a falta de chuva que fez faltar tomate, sobrar procura e o preço subir.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
SALVE JOAQUIM BARBOSA!
Certa vez o antigo comediante gaúcho Zé
Trindade, ainda no tempo do rádio, no seu programa diário fez uma
crítica à criação divina, pois segundo ele o homem havia sido projetado
errado. Deus deveria tê-lo dotado de olhos nas pontas dos dedos, pois
assim as coisas seriam muito mais fáceis. Por exemplo: ninguém
precisaria subir no banco para olhar em cima do armário. Olhar debaixo
das saias seria aventura quase imperceptível e o buraco da fechadura estaria a fácil investigação de qualquer curioso.
Pensando bem, o saudoso comediante estava certo. Por isso sempre achei que dois olhos não são bastantes e me acostumei a observar o andamento da vida, não só com os olhos da cara, como também com os do desconfiômetro.
Por exemplo: por que nosso querido ex-presidente Lula Lá Fidel Castro da Silva teria indicado Joaquim Barbosa à ocupação de uma vaga no STF? Um cara mal humorado, honesto, franco, forte personalidade, nada disposto à subserviência; perfil exatamente contrário ao dos janotas vaselinas escorregadios da esquerda festiva, que andam de carro importado, mas idolatram o comunismo para os outros; que estão sempre montados no muro, quando o negócio é falar a verdade; que olham para o sol e dizem ver a lua; chamam urubu de meu louro e até carregam dinheirinho sujo na cueca?
Meus terceiros olhos dizem que foi só porque ele é preto, exemplar raro na magistratura brasileira. Certamente miraram no impacto sobre a opinião dos eleitores afro-descendentes e supuseram que, mais tarde, de alguma maneira, conseguiriam domar a fera com manobras políticas, caras feias, ameaças e rosnados. Ledo engano! Prova de que nem todos os homens têm preço.
Segundo Abraham Lincoln a única maneira de se conhecer o verdadeiro caráter de um homem é lhe dando poder. No entanto, ao proferir essa frase ele se dirigia aos poderosos safados. Jamais poderia imaginar que um descendente de escravos brasileiro, seria o exemplar que contrariaria sua famosa tese.
Bem feito para Lula Lá Fidel Castro da Silva; atirou no pé do PT, que agora vai ter que agüentar o aço do Joaquim Barbosa. Tomara que ele viva bastante e que Deus ajude que a raça negra produza outros pretos do mesmo quilate, pois, se em quinhentos anos os brancos não souberam respeitar o Brasil, que pelo mais os pretos o façam com honradez.
Joaquim Barbosa não esta agradando aos políticos e à alta magistratura por causa do seu estilo Thatcher de falar a verdade, doendo a quem doer, contudo esta agradando ao povo, que é o verdadeiro dono do Brasil e patrão benfazejo; quem paga o feijão com angu, o caviar, a pinga ou o uísque de todo mundo.
Dá-lhe Joaquim Barbosa! Povo unido, jamais será vencido!
Estamos de olho!
Pensando bem, o saudoso comediante estava certo. Por isso sempre achei que dois olhos não são bastantes e me acostumei a observar o andamento da vida, não só com os olhos da cara, como também com os do desconfiômetro.
Por exemplo: por que nosso querido ex-presidente Lula Lá Fidel Castro da Silva teria indicado Joaquim Barbosa à ocupação de uma vaga no STF? Um cara mal humorado, honesto, franco, forte personalidade, nada disposto à subserviência; perfil exatamente contrário ao dos janotas vaselinas escorregadios da esquerda festiva, que andam de carro importado, mas idolatram o comunismo para os outros; que estão sempre montados no muro, quando o negócio é falar a verdade; que olham para o sol e dizem ver a lua; chamam urubu de meu louro e até carregam dinheirinho sujo na cueca?
Meus terceiros olhos dizem que foi só porque ele é preto, exemplar raro na magistratura brasileira. Certamente miraram no impacto sobre a opinião dos eleitores afro-descendentes e supuseram que, mais tarde, de alguma maneira, conseguiriam domar a fera com manobras políticas, caras feias, ameaças e rosnados. Ledo engano! Prova de que nem todos os homens têm preço.
Segundo Abraham Lincoln a única maneira de se conhecer o verdadeiro caráter de um homem é lhe dando poder. No entanto, ao proferir essa frase ele se dirigia aos poderosos safados. Jamais poderia imaginar que um descendente de escravos brasileiro, seria o exemplar que contrariaria sua famosa tese.
Bem feito para Lula Lá Fidel Castro da Silva; atirou no pé do PT, que agora vai ter que agüentar o aço do Joaquim Barbosa. Tomara que ele viva bastante e que Deus ajude que a raça negra produza outros pretos do mesmo quilate, pois, se em quinhentos anos os brancos não souberam respeitar o Brasil, que pelo mais os pretos o façam com honradez.
Joaquim Barbosa não esta agradando aos políticos e à alta magistratura por causa do seu estilo Thatcher de falar a verdade, doendo a quem doer, contudo esta agradando ao povo, que é o verdadeiro dono do Brasil e patrão benfazejo; quem paga o feijão com angu, o caviar, a pinga ou o uísque de todo mundo.
Dá-lhe Joaquim Barbosa! Povo unido, jamais será vencido!
Estamos de olho!
quarta-feira, 13 de março de 2013
O SER, O TER, O PROGRESSO E O CAPITALISMO
Na
edição passada, refletimos sobre a importância do saber. Hoje vamos um pouco
mais adiante e veremos qual o papel do ser humano bem informado e culto no
contexto do processo de desenvolvimento.
A
capacidade de pensar transformou o animal homem/mulher num ser analítico e
nessa condição, eternamente insatisfeito. A causa da nata insatisfação humana
sempre foi o desafio de sobreviver num meio hostil caracterizado por
intempéries, predadores, distâncias, demais obstáculos tais como necessidade de
comunicação, escuridão, remoção de peso, doenças, conquista de espaço físico
para extração de materiais necessários à construção de abrigos e estradas e do
domínio de fontes de água.
Para a espécie humana a grande contradição da aventura de se manter vivo
no laboratório da vida sempre foi lutar contra a própria natureza. Por isso
todos os modelos de desenvolvimento humano estão baseados no ato de explorar destruindo
para construir viabilizando engenhos artificiais capazes de proporcionar bem
estar e segurança.
Entretanto
o fato de estar seguro não se resume exclusivamente à posse de armas de defesa.
A necessidade de produção e provisão farta de alimentos, o acesso possível e
fácil a recursos naturais e o domínio de técnicas para explorá-los e
transformá-los, também é uma forma de segurança e à medida que se aprimoravam
os processos o homem descobriu que uma maneira bastante eficiente de assegurar
tranqüilidade é através da acumulação de riquezas o que, na forma de alimentos,
significa armazenamento. Todavia, ao passo que alguns grupos sociais foram se
desenvolvendo chamaram atenção da concorrência, ou seja: outros grupos ao
tomarem conhecimento de tantas novidades e comodidades também passaram a almejá-las
e esse fato gerou disputas, competição, insegurança, dominação, escravidão e
morte.
Apesar
disso a espécie humana é a mais bem sucedida no teatro da vida; e sucesso aqui se
traduz em quantidade. À medida que os humanos dominavam a natureza e aumentavam
as possibilidades de sobrevivência, vários grupos sociais gradativamente se
espalharam por todos os quadrantes do planeta demandando cada vez mais espaço e
destruindo mais ecossistemas formados há milhões de anos assim dando início ao
processo de degradação ambiental.
O
espaço físico disponível no planeta é pouco para atender à demanda de uma
população que nunca parou de crescer; juntamente com ela aumentando também as
necessidades, cuja satisfação exigia mais e mais esforço exploratório, cada vez
mais e mais espaço e mais avanço sobre os ecossistemas virgens.
Essa
combinação de aumento paulatino das distâncias, das populações, das demandas
por mais espaço criou cada vez mais necessidades, resultando na pressão pelo
alcance de mais eficiência nos processos de exploração. Os consumidores e
produtores agora estavam muito distantes e era necessária criação de centros de
convergência aonde as tribos se dirigissem, a fim de negociar para se abastecer.
Estes locais de encontro para a realização de negócios foram os primeiros
protótipos dos centros comerciais modernos.
Contudo
as dificuldades ainda se configuravam muitas e, dentre elas, a mais importante
era que nem todos tinham condições de produzir, pois o espaço físico já se
encontrava ocupado pelos pioneiros que chegaram primeiro. Quem não tinha
espaço, não podia produzir alimentos e consequentemente nada a oferecer em
troca. Daí sobreveio a brilhante idéia de se criar a moeda. Um meio circulante
que podia converter-se em valor semelhante a determinada quantidade de bens. Estava
criado o mercado na sua condição mais elementar contendo centros de comércio
com produtores reunidos oferecendo produtos de suas propriedades a compradores
com moeda para trocar.
O
mercado logo se tornou mais complexo e a bipolarização entre proprietários
produtores e compradores consumidores agregou transportadores, limpadores,
tratadores de animais, guardas. Estes seriam os primeiros empregados e
prestadores de serviço, que são aqueles que não detinham propriedades, mas
podiam oferecer sua mão de obra em troca de moeda. A partir daí estava
inaugurado o setor terciário ou de serviços e assim as primeiras relações entre
capital e trabalho.
Na
seqüência dos acontecimentos a expansão populacional continua a pressionar e a
velha fórmula de mercado não mais suporta a demanda. Novas conquistas brilham
no horizonte. Era a industrialização que despontava. O simples extrativismo
associado a processos elementares tornou-se obsoleto pela ineficiência. A
invenção de engenhocas capazes de produzir centenas de vezes mais rápido que um
trabalhador braçal era uma realidade irreversível e veio para ficar. Surgiram
as primeiras máquinas têxteis, a inusitada máquina a vapor, aposentou-se a vela
na navegação, descobriu-se o petróleo e aconteceu a invenção dos primeiros
automóveis. Estava dada a largada para a industrialização em massa. A ciência agora
era a grande estrela, pois indústria demanda técnica e esta não cai do céu; é
elaborada através de pesquisas experimentais por alguém impulsionado pela ânsia
do conhecimento e sede do empreendedorismo. Em assim sendo as novidades tecnológicas
eram registradas como propriedades dos seus inventores interessados em
satisfazer necessidades com mais eficiência e também a fim de se enriquecer
pela acumulação de capital. Cada vez mais os estudiosos desenvolviam ciência e
cada vez mais e mais novidades entravam em cena para incrementar os processos
de produção, facilitar a vida das populações e, em contra partida, acelerar a
exploração destrutiva da natureza. A luta do homem para vencer a natureza
resultou num círculo virtuoso de desenvolvimento jamais imaginado e
consequentemente, a relação capital trabalho associada ao uso da ciência para
geração de conhecimento foram batizados com o polêmico nome de “Capitalismo”.
Assim o capitalismo foi concebido na mesma genética
humana, na sede de conquista através do domínio da natureza; forças essas que
embalaram o instinto de sobrevivência das primeiras sociedades humanas. É um
sistema que carrega consigo a singular relação do ser humano com sua capacidade
de questionar e obter respostas. A curiosidade é o motor do saber, portanto, quanto
mais se questiona, mais se sabe e mais se descobre que o saber é infinito e
mais se cria ciência em busca de mais respostas. Portanto não se pode esquecer
que ciência se constrói por acúmulo de conhecimento, que tudo tem custo
financeiro e custos compensam-se com muito trabalho e aperfeiçoamento em busca
de lucro. Conclusão lógica é que o saber é um fruto caro, que nem todos podem
ou estão dispostos a pagar por ele; entretanto aqueles que investem em pesquisa
têm grande chance de obter sucesso. Sucesso é a conquista do saber e o fruto dessa
árvore é lucro e riqueza. Nesse contexto, saber é propriedade privada e
pertence a quem investiu para conquistá-lo. Nada mais justo!
Até
aqui nada falamos sobre a entidade “Estado”; exatamente porque ele é estranho
nesse ninho, pois num sistema onde haja liberdade e incentivo à iniciativa
individual em conquistar através do saber, cabe a ele apenas as funções de
regulamentar, educar, proteger, fomentar e intermediar relações através de um
judiciário forte e independente, a fim de que se afaste a possibilidade da
injustiça. Não cabe ao Estado a função de empresário, pois historicamente esta
comprovado que esse é o caminho mais rápido ao desenvolvimento de um sistema
corrupto, ditatorial e injusto aonde os interesses dos amigos do Rei sobrepõem
os da maioria. Modernamente, com a conscientização de que a natureza não mais
suporta o atual ritmo de exploração e agressão, o Estado deve assumir a liderança
na iniciativa de se criar e implantar meios sustentáveis de relação com os
ecossistemas, entretanto é bom lembrar que num extrato social altamente
educado, a tendência é haver maior comprometimento e responsabilidade com o
meio ambiente.
Enfim
alcançamos a era da mecatrônica, da robótica, das telecomunicações em tempo
real; a era digital; é preciso que estejamos preparados para, não só desfrutar,
mas também para usá-las como ferramentas de trabalho úteis ao alcance de mais
saber e mais desenvolvimento e isso só será possível com investimentos maciços em educação. Não há
outra saída; senão a pobreza continuará a aumentar e dirão que a culpa é do
capitalismo.
Países
como o Brasil e outros da América Latina, que tradicionalmente não investem em
educação em nenhum dos níveis, são grandes importadores de conhecimento e pagam
caro, muito caro em dinheiro vivo e em sofrimento da população. Além disso, os
governos desses países são grandes empresários, enquanto a eficiência e
lucratividade das empresas estatais são baixíssimas. Some-se a isso o
empreguismo, o nepotismo, a corrupção sempre beneficiando os amigos do Rei.
Quem paga por tudo isso é o povo! Se você tem problemas em conseguir trabalho,
seus filhos estudam numa escola que não os prepara bem para o futuro, seu carro
é velho, sua casa esta caindo, seu aluguel esta caro, você esta sendo despejado
porque não pode pagar, a condução é ruim e cara, o hospital público não presta
e o médico que esta lá não é responsabilizado por nada; não acredite que a
culpa é do seu patrão e do Capitalismo. Capitalismo é ninguém! Trata-se
apenas de um sistema comercial de convívio entre os homens aonde quem sabe mais
pode mais, conforme foi dito antes. Se você sabe pouco é porque foi mal
preparado e a culpa é do seu país, da sua pátria hostil, do seu governo
corrupto, ineficiente, que não o respeita, que não cumpre o dever
constitucional, que protege seus amigos e cobra um alto imposto do povo. Um
governo que paga mal aos professores, que não investe no aparelhamento das
escolas, que sufoca as empresas com a maior carga tributária do mundo. Para
despistar e arrefecer sua consternação lhe oferece uma esmolinha todo mês em
forma de bolsa auxílio; assim comprando seu voto na próxima eleição para você
continuar na mesma, porque vive no mundo tecnológico onde só o saber pode
garantir seu futuro e o da sua família.
Karl Marx e alguns outros que viveram antes
dele erraram feio quando imaginaram um novo sistema de convívio entre os homens
capaz de fazer justiça através do igualitarismo imposto pelo Estado. Esqueceram-se que o Estado não é uma entidade
celeste e, portanto havia que contar com a supervisão de homens com poder
absoluto os quais nunca foram iguais a ninguém, porque ditador manda, não
sugere e não dá satisfação. Esqueceram-se que a natureza humana é livre e
competitiva, esta sempre questionando e querendo saber mais. Diante dessa realidade se furtaram a investir
no aperfeiçoamento humano através da educação, porque já sabiam que homens
cultos são conscientes das verdades e mentiras que os acercam e podem oferecer
risco ao poder absoluto dos governantes. Esqueceram-se que seres humanos
privados da liberdade de criar, perdem também a capacidade de sonhar se
afogando no mundo da mesmice, da pobreza de espírito, da desmotivação e se
acostumam na vida parasitária de esperar migalhas concedidas pelo Estado para
quem for mais bonzinho, mais conformado, mais medroso e oferecer menos risco ao
sistema ou funcionar melhor na atividade da delação; tudo em nome dos
benefícios de uma minoria abastada, corrupta e sanguinária. Assim aconteceu na
extinta União Soviética, na Cortina de Ferro e acontece hoje em Cuba.
A
história do social comunismo que estão tentando implantar na América Latina
esta cheia de mentiras e utopias, as quais alguns teólogos comunistas, que
vivem de barriga cheia e se formaram à custa da Igreja defendem, baseados na
ilusão de que homens podem e aceitam viver sob comando ditatorial. A história
do rato rico que vivia na cidade e não tinha liberdade e a do rato pobre que
vivia no mato cheio de liberdade ilustra bem essa ilusão. Um dia o rato gordo
da cidade foi comido pelo gato ao que, sob tremenda indignação e assustado, o
rato pobre do mato teria exclamado: - ANTES MAGRO NO MATO DO QUE GORDO NA
BARRIGA DO GATO!
IGREJA CATÓLICA NA MIRA DOS HIPÓCRITAS
“Quem não tiver pecados que atire a primeira pedra” Com essa frase emblemática Cristo absolveu a adúltera ante a ira dos hipócritas.
Tapa de luvas nos predadores que têm o rabo maior que a moral: uma mísera mulher, discriminada, indefesa, pobre, cujas vestes não exibiam nenhum brasão, nem no corpo o aroma característico dos nobres de alta linhagem; e um justo cuja postura sóbria e coragem de sobra desafiavam a ordem política e os donos das pedras.
Por incrível que pareça a passagem acontecida há mais de dois mil anos se adequa tão moderna à realidade presente, quanto qualquer último lançamento da BMW ou da Microsoft. O ex-Papa Bento VXI foi diariamente apedrejado, pois queriam lhe impingir parte da culpa pelas faltas de alguns desmiolados que ocuparam ou que, por ventura, ainda ocupem as fileiras da Igreja Católica. O acusavam de leniência, no trato com esses criminosos pedófilos, que insistem em se camuflar sob o manto da Igreja. Ora; queriam que o velho e tradicionalista Joseph Ratzinger, homem de ilibada moral e indiscutíveis serviços prestados à Igreja, saisse por aí dando uma de Papa Polícia! Estão se esquecendo que não é permitido a ninguém, nem mesmo a um pontífice, incriminar quem quer que seja baseado apenas em acusações muitas das vezes improváveis ou em provas toscas. É preciso que a sociedade entenda que a prática da pedofilia é um crime de difícil comprovação, mesmo para a polícia bem aparelhada e treinada e que o criminoso, por exigência constitucional em qualquer país civilizado, deve ter sua acusação formalizada sem pré-julgamentos e que a condenação só se consumará diante do direito de defesa plena e de provas contundentes e indiscutíveis. Ao acusador do padre criminoso, portanto, aconselhamos não telefonar ao Papa ou ao Bispo, pois estes, naturalmente e com razão, cautelosos; se eximirão à condenação sumária. Que o reclamante, além de cuidar melhor dos seus menores, reúna indiscutíveis provas e vá ao Distrito Policial mais próximo e registre queixa formal contra o cidadão padre. Caberá à polícia abrir inquérito, respeitando todos os direitos constitucionais de plena defesa.
Não podemos permitir que a sociedade se valha desses fatos para denegrir a imagem da Igreja, nem a hombridade do seu pastor supremo, nem muito menos a seriedade do trabalho da maioria dos seus membros, apenas baseada nas ações criminosas de uma meia dúzia de miseráveis débeis mentais. Assim como também não seria justo enlamear a imagem de outras instituições da estatura do Congresso Nacional, das Forças Armadas, da Presidência da República, da Polícia ou do Judiciário; baseados apenas nas ações vexatórias de alguns deputados mensaleiros ou de um pequeno grupo de senadores coronéis, de alguns sargentos pederastas, de um ou outro presidente doidivanas, de maus policiais e juizes bandidos, que em troca de dinheiro sujo vendem sentenças benfazejas. Há pouco mais de um ano, os Estados Unidos, prostraram-se de joelhos diante de alguns corruptos e quase levou à banca rota o mundo na avalanche de pesados prejuízos em cascata, que assolaram as maiores e mais sérias empresas do mundo e nem por isso pode-se afirmar que o capitalismo ficou comprometido na sua essência, afinal de contas agir de má fé não é regra instituída nem reconhecida , mas exceção.
Não podemos permitir que a sociedade se valha desses fatos para denegrir a imagem da Igreja, nem a hombridade do seu pastor supremo, nem muito menos a seriedade do trabalho da maioria dos seus membros, apenas baseada nas ações criminosas de uma meia dúzia de miseráveis débeis mentais. Assim como também não seria justo enlamear a imagem de outras instituições da estatura do Congresso Nacional, das Forças Armadas, da Presidência da República, da Polícia ou do Judiciário; baseados apenas nas ações vexatórias de alguns deputados mensaleiros ou de um pequeno grupo de senadores coronéis, de alguns sargentos pederastas, de um ou outro presidente doidivanas, de maus policiais e juizes bandidos, que em troca de dinheiro sujo vendem sentenças benfazejas. Há pouco mais de um ano, os Estados Unidos, prostraram-se de joelhos diante de alguns corruptos e quase levou à banca rota o mundo na avalanche de pesados prejuízos em cascata, que assolaram as maiores e mais sérias empresas do mundo e nem por isso pode-se afirmar que o capitalismo ficou comprometido na sua essência, afinal de contas agir de má fé não é regra instituída nem reconhecida , mas exceção.
Cristo, em seu curto tempo de encarnação, nunca procurou se acercar de super-homens ou super-mulheres dos quais se esperasse a infalibilidade e não há passagens na Sua vida em que condene alguém. Pelo contrário, as escrituras são pródigas em exemplos de falha humana. Ele mesmo foi negado pelo seu principal discípulo. Judas o traiu por dinheiro e diante de Pilatos a multidão preferiu alguém com um histórico de vida menos recomendável que a do mensageiro da paz, da justiça e da concórdia entre os homens.
A Igreja não é Deus, portanto esta sujeita a falhas e o próprio Papa Bento XVI reconheceu, numa interpelação da imprensa, que ela muitas vezes na história foi ferida pelos seus membros. Portanto, faz-se necessário que nós católicos a defendamos, assim como os lobistas ferrenhamente defendem seus interesses e comecemos, o quanto antes, a enaltecer o trabalho sério de centenas de outros militantes de católicos benfeitores, que estão em campo trabalhando, seriamente respeitando a moral é a ética pregada por Cristo, para suprir as necessidades dos pobres, doentes e desvalidos; onde o cruel Estado cobrador de impostos esta ausente por incapacidade ou mesmo por incompetência. Por que rotulá-la pelos maus representantes, se temos exemplos como o de Zilda Arns, Madre Tereza e outros tantos anônimos dando o sangue em nome do bem estar e do amor ao próximo?
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