APRESENTAÇÃO


O conjunto de trabalhos que o amigo leitor encontrará aqui foi produzido ao longo de alguns anos. Não posso aqui precisar quantos, talvez uns vinte. A grande maioria deles publicada no jornal A TRIBUNA SANJOANENSE de SÃO JOÃO DEL REI (minha terra nanal) e NOVA MIDIA de BARBACENA; ambas tradicionais cidades históricas mineiras muito politizadas.

Obviamente há uma cronologia de publicação associada aos acontecimentos que inspiraram as respectivas reflexões. Depois de muito pensar, se deveria mencionar datas, resolvi aboli-las, pois achei que correria o risco de tornar seu passeio um tanto dirigido e até cansativo. Posso imaginar alguém lendo algo retratando fato acontecido há anos! Talvez se sinta entediado. Então, no intuito de instigá-lo, apresento uma miscelânea de trabalhos recentes e antigos, a fim de lhe subtrair, de propósito, qualquer direcionamento e deixá-lo livre para pensar, buscando no tempo, por si, tal associação. Acredito ainda que dessa forma esteja incitando sua curiosidade à medida que avance passos adentro. Sua leitura poderá inclusive ter início pelo fim ou pelo meio, que não haverá prejuízo algum para a percepção de que as coisas no Brasil nunca mudam. Ficará fácil constatar que a vontade política é trabalhada para a perpetuação da incompetência administrativa, obviamente frutífera para algumas minorias.

Penso que, se me dispus a estas publicações, deva estar antes de tudo, suscetível a criticas e, portanto, nada melhor que deixá-lo, valendo-se unicamente das informações contidas no texto, localizar-se na história. Caso não lhe seja possível, temo que o trabalho perca qualidade perante seu julgamento pessoal. Por conseguinte, acredito que isso não acontecerá; a não ser que o leitor não tenha, em tempo, tomado conhecimento dos fatos aqui retratados. Procurei selecionar de tudo um pouco; certamente sempre críticas, porém algumas muito sérias carregadas de um claro amargor. Outras, mais suaves, pândegas e até envoltas num humor sarcástico. Noutras retrato problemas da minha São João del-Rei. Até cartas para congressistas em Brasília há. E em alguns pontos, para abusar da sua paciência, introduzi coisas muito particulares. Críticas à parte, nessas, apenas falo de mim, afinal, apesar de amigos, talvez nunca tenhamos trocado impressões sobre coisas tão pessoais. . .

Aqueles que me conhecem há tempos, sabem que sou um obstinado por política, apesar de jamais tê-la exercido diretamente. Motivos houve de sobra e numa oportunidade poderei explaná-los. Todavia, do fundo do coração, afirmo que tal paixão tem como motor um doloroso inconformismo por ver o Brasil tão esplêndido e tão vilipendiado; vítima inconteste dessa cultura avassaladora de demasiada tolerância à antiética e à imoralidade na administração pública. Comprovadamente este é o pior dos tsunames com potencial para ter retardado nosso progresso mais de três séculos e grande responsável pela perpetuação da pobreza de metade da nossa população, pelo analfabetismo total e funcional, pela violência social e pelo abismo intransponível que aliena gigantesco contingente, maior que um quinto da população do continente sul americano. Diante do inaceitável absurdo, impossível me conformar em silencio diante dos atos e fatos que vão vergonhosamente enxovalhando nossa história e nos deixando como um gigante deitado sobre o escravismo que a Lei Áurea não foi capaz de abolir.

O título? Esse, talvez, seja o mais difícil explicar. GRITOS SEM ECOS representa uma espécie de pedido de socorro do náufrago, que sabe que de nada adiantará espernear, pois não há interlocutores, não há socorro, não há saída, não há conscientização; mas, assim mesmo, grita.

Será um prazer receber sua visita e ler suas opiniões, elogios ou críticas.

Forte abraço!



segunda-feira, 6 de abril de 2020

O PASTOR DE CASCAVÉIS E AS LIÇÕES DO COVID 19

O PASTOR DE CASCAVÉIS E AS LIÇÕES DO COVID 19

A história demonstra que os humanos precisam do sofrimento para se aperfeiçoar. Prova cabal é que não há no rol das nações desenvolvidas alguma que não tenha passado por catástrofes causadoras de fome, escravidão, pobreza absoluta, desnutrição e demais prejuízos coletivos de grande monta. 
O sofrimento despe o ser humano das filigranas do egoísmo, da mentira, da traição, da ambição e o lança nu numa especie de purgatório onde todos se igualam. Homens e mulheres iguais em todos os sentidos transformam-se em tijolos na construção da solidariedade. A partir desse ponto surge um novo alvorecer e forças sinergicas invadem os espíritos e os norteiam no rumo do surgimento e desenvolvimento de novos seres dotados de maior responsabilidade mutua.
Diante dessa verdade comprovada penso que os incômodos que nesta hora sofre a humanidade, apesar do imenso prejuízo humano e material, será de grande valia na implantação da necessária catarse que levará a humanidade a repensar propósitos com o objetivo de eliminar velhos conceitos e ações predatórias, a fim de se criar novos valores no campo das relações político-sociais, comerciais, religiosas e até mesmo militares.
A guerra contra um virus de alto contágio, mas baixa letalidade, está nos demonstrando que nossas garantias de sub-existencia são frágeis e que algo pouco mais potente poderá devastar a humanidade assim como há 60 milhões de anos um fugaz cometa destruiu espécies muito mais fortes e antigas que a humana e promoveu seu desaparecimento para sempre. Sem considerarmos outras pestes que, por sorte, apenas quase dizimaram a humanidade acabando com bem mais do que uma das suas metades.
Quanto ao Planeta? Este estará melhor sem nós. Não haverá propagação de radioatividade e nem um dólar será gasto com um tiro sequer.
Governantes estão aprendendo que armas mais eficientes e úteis certamente não sejam as que metem medo, destroem e matam, mas outras que unam a humanidade com potencial  para defendê-la e preserva-la das vissitudes quase nunca previsíveis mas plausíveis. 
O mundo dos negócios descobriu a pesados custos que quem coloca todos os ovos na mesma cesta esta correndo sérios riscos. Ha menos de vinte anos resolveram-se por unanimidade apostar no Gigantesco Mercado Consumidor Chinês de 1,5 bilhão de consumidores. Esta negligência suicida foi capaz de expor a segurança nacional de dezenas de nações aos humores de um regime antidemocrático que governa um país gigantesco com mão de ferro, cuja antiquíssima história é recheada de intenções e violentos episódios expansionistas. A grande questão é se havera ainda tempo de saltar do colo do Dragão antes que sejamos engolidos e degludidos de vez? Não estamos aqui considerando apenas nações frágeis e pobres da Africa, da Ásia ou da América Latina. Grandes potências também estão incluídas no rol dos imprudentes.
O Brasil pela sua vez esta sofrendo e vai sofrer muito mais na proporção do tempo em que durar o esforço de guerra no combate ao Covid 19. Segundo previsões mais otimistas, se a pandemia durar mais de três meses e não adotarmos postura menos radical no resguardo da população, milhares de empresas irão a pique juntamente com milhões de cabeças da sua força de trabalho. Não tem problema dizem alguns mais otimistas e desavisados pois temos ai a China disposta a nos ajudar comprando empresas e riquezas nacionais a preços módicos. 
Mas deixemos de lado por enquanto o risco China, afinal o aprendizado sobre o entreguismo direto e suas consequências pertencem ao futuro e aqui estamos apenas nos detendo às lições do presente.
O povo brasileiro esta a duras penas entendendo que não existem mudanças políticas parciais. Votamos no presidente que sonhamos; honesto, franco, limpo, liberal democrata; apesar da fama negativa atribuída pelas vozes do desterro, mas mantivemos a mesma corja protagonista da velha oligarquia praticante ativa do “É ganhando que se rouba mais”.
Descobrimos tardiamente, que o Presidente da República no seu sentido Institucional  não passa de figura meramente decorativa, cuja autoridade só ultrapassa os limites dos muros do Palácio do Planalto se o ‘Presidencialismo da Excomunhão’ assim o permitir. Não temo me arriscar a afirmar que o Presidente do Brasil, se quiser governar com minimo sossego e sucesso precisa aprender desde cedo a apascentar cascavéis venenosas e famintas, se acercar delas e até saborear seus piolhos azedos e venenosos.
Se toda afirmação merece comprovação e provas, penso que nem sempre; principalmente em se tratando de política de bastidores, quando alguém paga para outros gastarem e se deliciarem no poder. Sou defensor de indícios, pois acredito que em certos casos pesam mais que provas no mundo da escuridão onde pastam fartamente dissimuladas cascavéis da República.
Me pergunto e gostaria que todos se perguntassem como outros presidentes no passado conseguiram se equilibrar no poder por 5 anos, como foi o caso de Sarney, 8 anos como FHC e Lula ou até mesmo Dilma com seus 6 anos? A falta de respostas plausíveis a esta questão crucial são indícios de que foram hábeis negociadores sempre em favor dos arautos do dinheiro fácil e farto. Nesse ninho obscuro também vive e prospera a serpente do silêncio da imprensa sempre com seu olhar de paisagem para tudo que coincide com seus interesses obtusos.
Não fica difícil concluir portanto, que a ogeriza ao atual governo e sua sanha de moralizar o ninho de cascavéis, lhes cortando o mantimento do fluxo de dinheiro fácil em favor dos interesses do povo miserável, que por tudo paga os preços mais altos do mundo sem contraprestação a altura, é a prova cabal de que para governar o Brasil precisa-se e deve-se ser desonesto, traidor do juramento de respeitar a Constituição Federal ou, no mínimo, se fingir de morto.
Para concluir nos resta o último e mais obvio aprendizado. Diante do risco do desemprego em massa cai por terra o intocável Graal da esquerda comunista que gosta de atribuir a culpa da pobreza à crueldade dos ricos egoistas, que não gostam dos pobres e não se importam com o seu sofrimento. Obviamente me apresso a inocentar os ricos que vivem e produzem por sua conta e risco. Os parasitas da nacionalidade com seus altos salários e recompensas principescas pagas pela população pobre, estes sim são os verdadeiros ricos carrascos da sociedade; devem ser sobretaxados e ter seus bens arrestados e distribuídos aos pobres como prega os trovadores de mentiras contra quem verdadeiramente arrisca seu capital, gera empregos, paga impostos e carrega a nação nas costas. 
O COVID 19, enfim nos ensinou que ninguém é mais responsável pela miséria do povo do que os governantes de todos os poderes da República em todas as páginas da nossa história podre recheada de negociatas na calada das noites e até no ruído dos dias.
Aprendemos que quem não se aperfeiçoa pelo bem, aperfeiçoa-se pela dor!


ANTONIO KLEBER DOS SANTOS CECILIO





















segunda-feira, 12 de novembro de 2018

RESPOSTA AO MINISTRO DIAS TOFFOLI

RESPOSTA AO MINISTRO DIAS TOFFOLI
Diante dos ânimos acirrados, as pessoas costumam se exaltar, no entanto não há alguém em sã consciência criticando o STF pela sua função básica que é a de fazer justiça dentro dos parâmetros constitucionais. Todavia, cabe às autoridades que governam o país jamais se esquecerem que sem povo não há nacionalidade, ou seja; não haveria razão da existência de tribunais, nem de qualquer outra instituição governativa, se não houvesse povo. Por isso exatamente os poderes constituídos emanam do povo e, por isso mesmo, os agentes investidos de poder devem ao povo e somente a este a sua maior fidelidade, eficiência e submissão. 
Obviamente que nação alguma se viabilizaria sem a existência da atividade econômica de agentes investidores e sua capacidade de transformar bens, construir infra-estruturas e, em assim sendo, gerar riquezas e postos de trabalho. Esta é a dinâmica milenar do que se convencionou chamar de mercadoDentro dessa perspectiva o mercado assemelha-se a um grande espaço produtivo onde atividades de todas as esferas participam, desde a produção de bens primários, passando pela indústria de transformação, comunicações, saúde, educação, transporte, serviços, turismo, etc.
Completa-se assim uma espécie de círculo virtuoso formado, não só por atividades oficiais de governança, como também pelas atividades extra-oficiais que compõem o tal mercado. No entanto, mais uma vez aqui cabe a pergunta: haveria mercado sem povo? Obviamente que a resposta é negativa. 
Nota-se, portanto, que sem povo nada teria razão de existir. De nada valem selvas verdejantes, reservas minerais, reservas-hídricas ou mesmo tudo que engloba um Território Nacional sem povo. Como diz conhecido ditado popular: - sem povo não há negócio!
Porém, diante dessa mais pura verdade, não é difícil perceber que no Brasil estamos passando pela mais grave inversão de valores da nossa história. Os agentes da governança, assim como os agentes de mercado, passaram a ser mais valorizados que o substrato fundamental da nacionalidade: o Povo. Estamos vivendo uma jocosa e terrível escravidão sem armas e relhos, aonde cabem ao povo duas únicas funções: votar e pagar a conta da roubalheira, uma vez que claramente a miserabilidade vem se instalando a passos largos no tecido social brasileiro com a anuência, inclusive dos egrégios tribunais e seus impolutos magistrados. 
Sem a menor sombra de dúvida, todas as estatísticas internacionais comprovam que somos o país aonde mais se paga e mais se rouba no mundo. O voto democrático então ganhou status de cheque em branco para que os agentes da governança possam enriquecer o quanto e da maneira que bem entenderem contando ainda com aparatos repressores lenientes, ineficientes, morosos e, quando não venais, excessivamente condescendentes. Em resumo, o povo brasileiro, abençoado pelo voto democrático, passou a ser o agente financiador, não dos seus direitos constitucionais, mas dos direitos sagrados de uma elite impiedosa, egoísta e anti-nacionalista, cuja Pátria é dinheiro, vida boa e poder sem responsabilidade. 
Diante dessas sombras estampa-se o lamento do Sr. Presidente do STF: desrespeitar aquela instituição é desrespeitar a Democracia. Diante do lamento de um dos príncipes da nação, o povo pergunta: A qual democracia se refere o magistrado? À da Casa Grande ou à da Senzala?

domingo, 8 de abril de 2018

O REI E OS RATOS

O REI E OS RATOS
O conto “O Rei e os ratos” trata de bizarros acontecimentos que se sucederam em certo reino longínquo, o qual se assemelha em gênero, número e grau ao que vem acontecendo no Brasil e que culminou ontem dia 7 de Abril com a prisão do mais popular presidente da nossa história. 
Diz a lenda que num belo dia o Rei fora abordado pelo seu ajudante de ordens, que viera comunicá-lo fato da maior gravidade. O palácio estava inundado de ratos. Por todos os lados, inclusive à luz do dia, não era incomum vê-los transitando pelos salões provocando asco na criadagem e sustos nos convidados e convidadas, que muitas vezes tinham-nos escondidos até debaixo das longas e polpudas saias. 
- Meu Senhor, venho trazer ao conhecimento de Vossa Majestade desagradáveis fatos que vêm acontecendo no vosso Palácio. Ontem a condessa de Valvares quase se despiu no salão nobre, na presença de dezenas de convidados da Rainha, para se livrar de um intrometido camundongo que se metera dentro da sua calçolaEsses animais estão por todos os lados deixando todos de cabelos em pé.
O Rei coçou o bigode, pensou um pouco e ordenou ao homem que comprasse algumas dezenas de gatos, que assim, certamente o mal estaria desfeito. Os bichanos vieram, se espalharam pelo palácio como previu o rei, mas a infestação de roedores não teve fim. Então o ajudante de ordens voltou ao Rei e comunicou o fato:
- Vossa Majestade se lembra do problema da infestação de ratos?
- Sim me lembro. Espero que o problema tenha sido resolvido; disse o Rei.
- Pois é meu senhor tenho a impressão que o problema até se agravou.
- Mas não pode ser! Espantou-se o Rei. 
E ordenou:
- Vá chamar o sábio do reino. Quero ouvir a opinião dele. 

O sábio viera já sabendo da história e logo na primeira interpelação do monarca exclamou:
- A culpa da proliferação é dos seus gatos que trabalham mal.
- Mas como trabalham mal? Perguntou o rei.
- Todo gato é igual; come ratos. 
Então o sábio bradou com ar professoral:
- Os vossos gatos trabalham mal, porque comem demais e assim não precisam caçar

O rei, que era por demais impaciente, pensou e logo disparou: 
- Vá chamar meu ajudante de ordens e diga-lhe que trate dos gatos uma vez por semana apenas. 

O sábio concordou e com uma reverência despediu-se e saiu.
Contudo, certa manhã, até o rei levou um susto. Ao calçar as longas botinas, dois roedores pularam atordoados, se esgueiraram apressadamente pelos cantos e desapareceram. 
Diante de tamanho susto, o rei urrou bravamente:
- Demóstenes apresente-se!
- Demóstenes, mais depressa que um raio, adentrou o quarto e deparou-se com o rei vermelho de raiva a lhe perguntar:
- Onde estão os gatos do palácio que te mandei comprar?
Estão por aí Majestade, dormindo pelos cantos, sobre os tapetes e telhados, também nas janelas estirados ao sol e jamais vi um deles almoçando ou jantando um camundongo sequer.
O Rei então, mais uma vez, vociferou:
- Vá chamar o sábio novamente.

O sábio, como todos estranhou o fato, mas cautelosamente, depois de pensar um instante, pediu ao rei que lhe concedesse um dia no palácio, a fim de que observasse o que andava acontecendo. 

Não é que naquela mesma noite, a qual passara perambulando pelos longos corredores e largos salões, descobrira o que andava acontecendo. As portas da dispensa dormiam abertas e os rechonchudos gatos entravam se fartavam do bom e do melhor e nem se importavam com os ratos que transitavam à vontade sob seus bigodes. 

Feliz da vida, logo ao amanhecer, foi se haver com o Soberano, para lhe comunicar a grande descoberta. A ordem foi imediata:
- Demóstenes mande fechar as portas das despensas à noite, tape todos os buracos e continue a tratar dos gatos como já ordenado; um dia por semana.

O sábio feliz por ter prestado um bom serviço ao reino, despediu-se 
e foi-se.Demóstenes cumpriu a nova ordem e logo a desagradável infestação diminuiu.

Essa pequena história criei para servir de lição aos brasileiros contra e a favor, que ontem assistiram vergonhosamente seu maior político, eleito para tomar conta dos ratos ir para a prisão

Ninguém pode esquecer que o encarceramento de Lula é apenas um primeiro passo rumo à moralização do Brasil. Daqui pra frente caberá ao povo fiscalizar ainda mais, cobrar ainda mais e votar com mais afinco. Os adeptos do voto em branco e nulo devem se lembrar que com ou sem seu voto os ratos e gatos bem alimentados vão continuar nos explorando, se escondendo dentro das nossas botinas e saias e dormindo sobre nosso sofrimento.

O nosso país não é um reino. Somos uma República democrática a qual tem 205 milhões de cidadãos reais. Temos gatos de toga, gatos no Congresso, gatos fardados, gatos de toda cor e bigodes, com a missão de defender o Brasil, a democracia e seu povo. Contudo, se nós, os reis desse império verde e amarelo abandonarmos o palácio ou deixarmos as portas das despensas abertas, associações espúrias entre nobres gatos e espertos ratos vão continuar nos explorando, nos atrasando e atentando contra nossa liberdade e democracia. Continuaremos vivendo de sonhos e esmolas e nosso Brasil continuará eternamente sendo o país do futuro que nunca chegará.

ANTÔNIO KLEBER DOS SANTOS CECÍLIO.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

EM 2018 ELEJA UM LADRĀO PARA TE GOVERNAR

EM 2018 ELEJA UM LADRĀO PARA TE GOVERNAR.


Certa vez, conversando numa roda de amigos, ouvi uma frase que marcou-me fortemente. Com poucas palavras o interlocutor foi duramente categórico ao afirmar que o Brasil é um país enfeitiçado, porque tem tudo para ser grande, mas quando as coisas parecem querer entrar na linha, fatos inesperados acontecem para atrapalhar. Crises monetárias, desequilíbrios mercadológicos , instabilidades políticas internacionais, fenômenos metereológicos, guerras. Tudo parece conspirar contra nosso desenvolvimento e bem estar exatamente na hora errada. 

De certa maneira até pode parecer verdadeira a observação, uma vez que não são poucas as vezes que somos pegos pelo calcanhar exatamente na hora de decolar e entāo realizamos voos curtos; dois anos de crescimento e cinco de crise. Somos uma nação ciclotimica negativa ou seja, vivemos ciclos curtos de pujança e ciclos longos de empobrecimento.

Dezenas de analistas debruçam-se sobre o problema e todos chegam à mesma conclusão: precisamos aprender planejar. Planejamento é matéria básica no intuito de aproveitar bem a bonança para se sustentar bem em tempos de crise. 

Mas, será que nosso defeito é mesmo nao saber planejar? Será que não passamos de um bando de idiotas incapaz de somar e medir consequências dos nossos erros ou acertos? Será que nosso estereótipo é mesmo de sermos os burros do palácio? Uma nação grande e rica, que não consegue proporcionar aos seus cidadãos vida digna e mínima esperanca no futuro? Ou, quem sabe, o feitiço exista?

Nada de feitiço, nada de burrice! Graças a Deus e à Democracia temos visto todos os dias que, pelo contrário, somos grandes estrategistas, cuja objetivo maior é roubar, meter a mão no alheio, roer o paiol do vizinho, aumentar a pança com pirão surrupiado. Chegamos à triste conclusão que se nosso defeito fosse burrice, talvez o conserto fosse mais fácil. Mas ao tratar-se de uma nação de estrategistas cleptomaníacos apaixonados pelo bem alheio, aí a coisa se complica e tudo parece dar errado. 

Apesar de já desconfiarmos, ultimamente estamos nos certificando, com toda certeza, que somos uma sociedade dividida em duas bandas: povo e ladrōes. Se você simplesmente não carrega na gola ou na carteira uma insígnia importante, então pertence ao “Grupo Povo” e sua função é pagar sem esperar nada em troca. Mas, se for um felizardo batizado com um brasão oficial, então você esta a salvo para meter a mão no que você pensa que é seu. Afinal colocaram isso na sua cabeça e você lutou para estar lá exatamente para isso, sem jamais ter pensado um minuto sequer em servir bem para fazer jus as benesses que lhe deram como direito imperial numa nação de miseráveis. 

Muitos que ora carregam seus brasões oficiais, nessas alturas do campeonato, devem estar se eximindo de qualquer culpa, afinal nunca possuíram um apartamento para esconder 51 milhões de reais roubados, jamais visitaram um banco suíço ou nunca foram presidentes ou presidentas de nada. 

No entanto é chegada a hora de se ajoelhar sobre a culpa e pedir perdão a Deus todos aqueles que ganham altos salários e gozam de direitos principescos pagos pelo povo e chegam atrasados nos seus postos de trabalho, atendem o cidadão com máxima ma vontade e preguiça ou usam e abusam dos bens públicos de maneira perdulária e irresponsável. 

Não se esqueça jamais que se você vive a custa do povo, tem demais, maltrata demais, gasta demais ou rouba demais, muitos sofrerão demais por terem de menos e o Brasil continuará a ser um país enfeitiçado onde tudo da errado.


ANTONIO KLEBER DOS SANTOS CECILIO


terça-feira, 29 de agosto de 2017

VENEZUELA, UM PATINHO NO ESPETO PARA MOSTRAR AO BRASIL QUE QUEM MEXE COM FOGO MORRE QUEIMADO!


VENEZUELA, UM PATINHO NO ESPETO PARA MOSTRAR AO BRASIL QUE QUEM MEXE COM FOGO MORRE QUEIMADO.
Há algum tempo, lendo um relatório de um velho pensador e ex-marxista, o qual se referia à situação de penúria e insolvência em que está o Brasil, chamou-me especial atenção pequeno parágrafo cujo título é: “Lula perdeu sua utopia”. O prezado leitor obviamente também tenha sua utopia, porque aquele que perde o direito de sonhar transforma a vida em algo maçante e sem graça. Ter uma “utopia”, portanto é algo saudável e faz parte da arte de tentar ser feliz. 
Morrer na graça e ir para o céu, para quem acredita nisso certamente seja a última e mais etérea utopia. Todavia Hugo Chavez, posso garantir, nunca pensara no céu divino, mas num céu segundo ele, muito melhor; o céu terrestre. Na Venezuela não mais haveria pobres, nem ricos, nem ranger de dentes e todos seriam iguais perante ele. Todos seriam felizes e o povo sonhou com tanta certeza que o elegeram democraticamente quase por unanimidade.
Chavez batizou seu projeto político de “Bolivarianismo” relacionando o sonho de justiça ao respeitado herói venezuelano Simon Bolívar, o qual lutara pela libertação do seu povo das garras dos colonizadores espanhóis. Inteligentemente apelou para o simbolismo, cuja estratégia era incendiar a alma nacionalista dos cidadãos dando luz a uma perigosa unanimidade.
Até aí tudo bem e a Venezuela certamente poderia muito bem ter saído do atoleiro secular, se toda unanimidade não fosse burra para não perceber que a imagem de Simon Bolivar tivera sido usada apenas como isca para enganar. O povo Venezuelano, inocentemente não percebeu que a Utopia Chavista nada tinha a ver com o herói nacional, mas estava atrelada ao letal vírus Marxista. Lentamente e sem desconfiar de nada o povo foi sendo enredado pelos novos ventos de uma ideologia que nunca dera certo em lugar nenhum. A não ser para transformar os governantes comunistas em donos da nacionalidade, do povo e da sua vontade.

Mas até aqui o leitor deve estar pensando. O que tem a ver a utopia Lulista com a Chavismo? E eu prontamente respondo que tem tudo a ver, porque o projeto é de âmbito continental. A utopia é transformar a América Latina num céu comunista habitado por um bando de pacíficos anjinhos de presépio, pobrezinhos, ignorantes, com medo da polícia política e do seu grande e pesado cassetete.
Graças a Deus, à Democracia e aos Homens/Mulheres de boa vontade Lula perdeu sua utopia e nós ganhamos a nossa de volta. Mas, e este balaio de gatos em que transformaram o Brasil? O leitor deve estar perguntando? E eu prontamente responde: mais vale um balaio de gatos com democracia do que outro com ditadura comunista.
Aliás, por falar nisso, como já foi dito aqui outras vezes, o balaio de gatos é a principal ferramenta para a implantação da futura utopia de controle e dominação. Nada disso, portanto esta acontecendo por acaso. Faz parte do nosso balaio de gatos a corrupção, a roubalheira, destruição da família, quebradeira dos bens públicos, combate a crenças religiosas, imbecilização dos jovens, ensino de baixa qualidade, protestos violentos, discórdia, antagonismo generalizado, enfraquecimento do Ministério Público e das Polícias, sexo livre, desentendimento entre elementos de sexos diferentes, aparelhamento dos tribunais mais importantes e bipolarização partidária. 
Em suma, dois grandes partidos com o mesmo projeto marxista, porém falando línguas diferentes, a fim de disseminar a polêmica desconstrutiva e dessa maneira dividir a sociedade em dois grupos de inimigos mortais apoiados por uma miscelânea de partidos insignificantes com o intuito de confundir, enganar, mascarar a realidade, desviar a atenção do povo e usufruir de polpudos fundos partidários.  
Essa confusão tem um nome pomposo: chamam-na “Reengenharia Social”. E mais tarde, quando a utopia comunista começa a se transformar em realidade entra em sena o desabastecimento; situação em que o governo não dá a menor bola, se finge de vítima e culpa a oposição da direita conservadora que não aceita dialogar. Desabastecimento gera fome e esta gera submissão, que resulta em controle e ditadura. Essa é a voz da história da esquerda comunista onde ela falou alto.
E este é o perfil presente da nossa irmã Venezuela, patrimônio herdado pelo homem que agora só vai cair do poder de Maduro e ninguém fará nada, porque sem democracia a voz da justiça democrática cala e o mundo tem mais com que se preocupar.
Stalin, o grande guru soviético, responsável por 60 milhões de assassinatos de inocentes indefesos, proferiu a célebre pérola: - “Si controlas a comida do povo, controlas o povo, que vai estar agradecido pelo pouco que damos.” Percebam que suas palavras têm sentido autoritário da primeira letra ao ponto final e, no entanto, tem sido fielmente seguida pelos paladinos da Justiça Social Comunista. Quem pode dar o que não lhe pertence? Na Venezuela o que aconteceu diferente disso antes do golpe final? Agora é tarde! 
Deus salve a liberdade no Brasil e nos livre da mão pesada da Justiça Comunista! 





ANTÔNIO KLEBER DOS SANTOS CECILIO

terça-feira, 25 de julho de 2017

O PÚBLICO E A PRIVADA

O PÚBLICO E A PRIVADA

A história das nações demonstra que o sofrimento é a alma do progresso. Essa intrigante frase pode parecer absurda, mas a história da humanidade demonstra que trata-se da mais pura verdade. Contudo, a afirmação incita grande variedade de opiniões; por isso posso apostar que o leitor, talvez tenha concordado, concordará em parte ou mesmo tenha se colocado radicalmente contra e gostaria de opinar. Mas infelizmente como não estamos num foro de debates isso não é possível. Todavia tentarei a partir daqui aplacar a ânsia opinativa de todos.

O sofrimento é algo naturalmente associado ao medo por nos fazer lembrar de tragédias, epidemias, fome, desemprego, violência social, ditaduras ou, na pior das situações; a guerra. Esta última como alternativa ao fim do dialogo ou simplesmente um caminho escolhido pelos trogloditas e loucos que só pensam em poder, enriquecimento e dominação. 

Certamente os mais atentos tenham notado que há no contexto duas palavras que representam situações básicas e de grande importância no sentido de mover o ser humano para frente, como também para trás. Sofrimento e Medo. O primeiro é útil porque tem o poder de unir e a união incita solidariedade, paz e desenvolvimento. Por último conquista-se a realização pessoal e a felicidade. Contudo há ainda que considerar que é impossível ser feliz sem ser livre e aqui entra outra palavra de peso: Democracia. A grande e única conquista humana capaz de equilibrar respeito mútuo e liberdade com responsabilidade. 

Por sua vez, o medo pode ser altamente prejudicial à dinâmica das conquistas humanas. É geralmente uma arma eficaz para transformar a sociedade em massa de manobra. O homem sujeito ao medo só é recompensado se obedecer a um comando supremo ditador de ordens, que o impede de pensar diferente da unanimidade ordenada. Caso se rebele, experimentará uma gama de castigos com o intuito de transformá-lo num ser medroso, incapaz de reagir e, portanto útil a um sistema ditatorial. Essa é a receita do retrocesso. Nações que instituiram o medo generalizado caíram no fosso do caos e da pobreza. 

Diante do arrazoado acima pergunto ao leitor: - A desordem que ora acontece no Brasil é por acaso? A resposta é obvia: - Claro que não! A latrina em que vivemos hoje é algo programado de maneira sutil, para dividir a sociedade, assim a enfraquecendo e tornando-a preza fácil para ser dominada. Homens dominados são improdutivos, tornam-se dependentes do Estado e transformam-se em máquinas de votar em bandidos. 

Prova disso é que no Brasil atual há uma unanimidade: A corrupção, a malandragem e a mentira transformaram-se em instituições oficiais. Não há alternativa para quem queira viver vida digna e em paz, uma vez que o fedor contamina a todos, quem tem culpa e quem não tem. Aquele que não estiver disposto a sorver a nuvem fétida é taxado de conservador de direita; egoísta, contra os pobres, contra as minorias, destruidor da natureza e portanto, um ser politicamente incorreto e abominável, que precisa e deve ser perseguido e destruído. 

Nelson Rodrigues, o genial escritor brasileiro ensinou que “toda unanimidade é burra.” Ele tinha razão, mas penso que nem sempre toda unanimidade seja burra. Há situações em que não o é. No caso do Brasil a unanimidade criminosa dos nossos políticos não é burra, ao contrário, resultado de grande inteligência. Quem almeja viver no Império da Latrina para dominar e enriquecer rapidamente precisa transformar todos em massa marrom. A uniformidade evita a contestação, a polêmica e garante segurança e impunidade. Como julgar e condenar a todos? E quem julgará os que julgam? Numa situação dessas errado é quem esta certo e o crime passa a compensar.

Diante desse absurdo histórico há ainda outra unanimidade, essa burra mesmo. Uma parte da sociedade achincalhada e explorada se cansou de protestar. E a outra abraçou a bandeira vermelha do Império da Latrina. Por desinformação ou altos interesses almeja que as coisas continuem como estão. Se esquecem que as coisas como estão são insustentáveis e têm grande chance de piorar podendo entregar o Brasil nos braços de uma ditadura comunista, assim como temos visto acontecer na vizinha Venezuela. 

No fundo desse abismo haverá choro, fome e ranger de dentes. Pagaremos caro para entender que o sonho comunista, que estão querendo nos impor não passa de uma farsa. Um golpe que invariavelmente dura décadas empobrecendo a sociedade através da imposição do terror e do medo. Homens aterrorizados e medrosos sofrem, a fim de aprender que os políticos só respeitam o povo que dorme de olhos bem abertos. Assim, certamente a sociedade será mais atenta, menos medrosa, esquecerá as diferenças ideológicas e se unirá no sofrimento, para combater os canalhas e parasitas. 



ANTÔNIO KLEBER DOS SANTOS CECILIO














  

quarta-feira, 28 de junho de 2017

OS PARTIDOS DO BRASIL PARTIDO

OS PARTIDOS DO BRASIL PARTIDO

Sabe-se, há mais de 1 século, que no campo político existem dois times: Direita e Esquerda. Sabe-se também que a Direita nunca se preocupou com o "Direito dos mais fracos" e a Esquerda, da mesma forma, nunca se preocupou com a "Justiça Social", que tanto defende, porque sua verdadeira Justiça é dinheiro no bolso e poder na cabeça de quem manda. 

Estamos todos assistindo a comprovação disso no presente momento, quando nosso país é massacrado por devastadores esquemas de corrupção sem precedentes na história da humanidade. A dedução é simples: ambas não servem para nada. Não passam de facções criminosas, revezando-se no poder, cada qual mirando interesses próprios e pessoais de seus comandantes revolucionários, admiradores e seguidores, enquanto o povo continua na miséria eterna.

Em assim sendo, em continuação ao teatro dos absurdos que temos visto a cada dia, na América Latina e no Brasil bolivarianos, assistimos há alguns dias atrás o esperado julgamento da chapa "Dilma Temer", ex-amigos e ex-sócios políticos. Um impasse bombástico colocado no colo do Tribunal Superior Eleitoral. Se condenados ambos estariam fritos. Temer perderia o cargo e estaria sujeito ao abraço perverso de Sérgio Moro, o diabólico caçador de ratos. E Dilma perderia o direito de se candidatar nos próximos oito anos. 

A partir daí os brasileiros estariam mais fritos ainda com o prolongamento da estagnação econômica, aumento da incerteza, do desemprego e da pobreza, enquanto os 35 partidos de esquerda que ora desgovernam o país, dariam início a uma guerra sangrenta, todos querendo a mesma coisa. Eleições diretas ou seja, povo nas urnas  escolhendo o novo velho, pois, segundo o que se sabe o novo ainda está por nascer ou não estaria interessado em se meter no ninho de serpentes da política nacional.

Mas a absolvição de ambos aconteceu. Temer continuará na presidência e Dilma livre e solta, para se candidatar a qualquer coisa, inclusive a Conselheira do Bloco Paga um Leva Dois. Diante disso, cabe a pergunta estampada na cabeça de cada brasileiro capaz de somar 1 + 1. O que mudou?
A resposta que não pode e não deve calar é óbvia. Por enquanto nada mudou! Continuaremos a assistir o governo de Michel Temer ser bombardeado a cada dia com mais e mais acusações de escândalos, o Congresso Nacional paralisado, Empresas Produtivas em compasso de espera, o Brasil na mira da crítica internacional e o volume de desempregados se multiplicando. Por outro lado, veremos até as próximas eleições as facções de esquerda brigarem pelo VOLTA LULA; réu em inúmeros processos; aquele que não vê, não enxerga, não ouve, não possui, não conhece, não lembra e mesmo assim garante pela terceira vez que, se voltar colocará o país na linha do trem vermelho comunista sem planejamento, sem dinheiro e sem saber de onde vai tirá-lo. 

Diante do futuro macabro, volto aqui a bater na mesma tecla, com o objetivo de botar na cabeça dos leitores, que infelizmente são poucos, apelando para que não percam oportunidades preciosas de convencer tantos quantos mais puderem a entender que estamos numa guerra de ratos contra gatos, cujos gatos somos nós, o povo, donos da nacionalidade e quem paga a conta.

Impossível imaginar que numa guerra entre animais houvesse gatos defendendo ratos. E é isso que muitos apaixonados inocentes e mal informados fazem, quando saem por ai defendendo a súcia que esta destruindo o Brasil. Se esquecem que povo sempre serviu exclusivamente para pagar a conta, pois na hora da divisão do botim torcedor não entra. 

Precisamos todos, gatos da Direita e da Esquerda entender que nossos políticos, salvo honrosas excessões, trabalham roendo nossos celeiros, nossas esperanças, nossa honra e o futuro de nossos filhos. É passada a hora de queimarmos as bandeiras da Direita e da Esquerda e hastearmos a bandeira do povo. A Bandeira Nacional, o Pendão da Esperança tão bem retratado e homenageado pelo poeta Olavo Bilac e pelo compositor musical Francisco Braga. Hino este que desde 1906 passou a fazer parte dos respeitáveis símbolos da brasilidade democrática, ética, ordeira, e desenvolvimentista; nem de direita, nem de esquerda, mas do Direito. 


ANTONIO KLEBER DOS SANTOS CECILIO.