APRESENTAÇÃO


O conjunto de trabalhos que o amigo leitor encontrará aqui foi produzido ao longo de alguns anos. Não posso aqui precisar quantos, talvez uns vinte. A grande maioria deles publicada no jornal A TRIBUNA SANJOANENSE de SÃO JOÃO DEL REI (minha terra nanal) e NOVA MIDIA de BARBACENA; ambas tradicionais cidades históricas mineiras muito politizadas.

Obviamente há uma cronologia de publicação associada aos acontecimentos que inspiraram as respectivas reflexões. Depois de muito pensar, se deveria mencionar datas, resolvi aboli-las, pois achei que correria o risco de tornar seu passeio um tanto dirigido e até cansativo. Posso imaginar alguém lendo algo retratando fato acontecido há anos! Talvez se sinta entediado. Então, no intuito de instigá-lo, apresento uma miscelânea de trabalhos recentes e antigos, a fim de lhe subtrair, de propósito, qualquer direcionamento e deixá-lo livre para pensar, buscando no tempo, por si, tal associação. Acredito ainda que dessa forma esteja incitando sua curiosidade à medida que avance passos adentro. Sua leitura poderá inclusive ter início pelo fim ou pelo meio, que não haverá prejuízo algum para a percepção de que as coisas no Brasil nunca mudam. Ficará fácil constatar que a vontade política é trabalhada para a perpetuação da incompetência administrativa, obviamente frutífera para algumas minorias.

Penso que, se me dispus a estas publicações, deva estar antes de tudo, suscetível a criticas e, portanto, nada melhor que deixá-lo, valendo-se unicamente das informações contidas no texto, localizar-se na história. Caso não lhe seja possível, temo que o trabalho perca qualidade perante seu julgamento pessoal. Por conseguinte, acredito que isso não acontecerá; a não ser que o leitor não tenha, em tempo, tomado conhecimento dos fatos aqui retratados. Procurei selecionar de tudo um pouco; certamente sempre críticas, porém algumas muito sérias carregadas de um claro amargor. Outras, mais suaves, pândegas e até envoltas num humor sarcástico. Noutras retrato problemas da minha São João del-Rei. Até cartas para congressistas em Brasília há. E em alguns pontos, para abusar da sua paciência, introduzi coisas muito particulares. Críticas à parte, nessas, apenas falo de mim, afinal, apesar de amigos, talvez nunca tenhamos trocado impressões sobre coisas tão pessoais. . .

Aqueles que me conhecem há tempos, sabem que sou um obstinado por política, apesar de jamais tê-la exercido diretamente. Motivos houve de sobra e numa oportunidade poderei explaná-los. Todavia, do fundo do coração, afirmo que tal paixão tem como motor um doloroso inconformismo por ver o Brasil tão esplêndido e tão vilipendiado; vítima inconteste dessa cultura avassaladora de demasiada tolerância à antiética e à imoralidade na administração pública. Comprovadamente este é o pior dos tsunames com potencial para ter retardado nosso progresso mais de três séculos e grande responsável pela perpetuação da pobreza de metade da nossa população, pelo analfabetismo total e funcional, pela violência social e pelo abismo intransponível que aliena gigantesco contingente, maior que um quinto da população do continente sul americano. Diante do inaceitável absurdo, impossível me conformar em silencio diante dos atos e fatos que vão vergonhosamente enxovalhando nossa história e nos deixando como um gigante deitado sobre o escravismo que a Lei Áurea não foi capaz de abolir.

O título? Esse, talvez, seja o mais difícil explicar. GRITOS SEM ECOS representa uma espécie de pedido de socorro do náufrago, que sabe que de nada adiantará espernear, pois não há interlocutores, não há socorro, não há saída, não há conscientização; mas, assim mesmo, grita.

Será um prazer receber sua visita e ler suas opiniões, elogios ou críticas.

Forte abraço!



terça-feira, 21 de maio de 2013

A VERDADE NUNCA REVELADA SOBRE A INFLAÇÃO NO BRASIL



A VERDADE NUNCA REVELADA SOBRE A INFLAÇÃO NO BRASIL!
           
            Nosso propósito não é dar uma aula de economia, mesmo porque a complexidade do tema e a exigüidade do espaço não permitem. Contudo, uma abordagem mesmo superficial com palavras claras, exemplos interessantes e sem subterfúgios será útil para auxiliar o cidadão comum a entender um dos mais sérios problemas do Brasil, que pode influenciar negativamente o bolso de todo o povo brasileiro, independentemente da classe social e da atividade econômica de cada cidadão.
            Desde tempos remotos, quando a moeda ainda não existia como meio de pagamento e o mercado era baseado na troca de mercadorias, já se conhecia o fenômeno da inflação. A própria palavra é um derivativo do verbo inflar, que pode significar também encher ou inchar.
            Mercadores nômades observavam búfalos selvagens lambendo salinas ou mesmo a areia das praias e depois procurar uma fonte d’água para matar a sede. Em seguida os animais iniciavam viagem de dias sem beber água. Então, concluíram que a ingestão de sal era necessária para que pudessem ficar longos períodos sem se hidratar, significando que o sal tem a capacidade de reter água no organismo.
            Obviamente um búfalo inflado era aquele que estava com alta reserva hídrica (água) no organismo. Assim, tendo a natureza como exemplo, os comerciantes antes de colocarem o gado à venda, lhe forneciam sal em abundância e depois água à vontade fazendo com que passasse alguns dias acima do peso. Exatamente o tempo necessário para a chegada dos compradores, que só percebiam o prejuízo léguas adiante, quando não havia mais como reclamar.
            Na economia moderna não se usam mais bois como moeda de troca, mas a idéia central que a inflação encerra continua viva como nunca. Numa economia contaminada pela inflação há sempre que se considerar a desvalorização monetária, uma vez que a cada dia com a mesma quantidade de dinheiro compram-se menos mercadorias. Aparentemente os preços sobem sem motivo, mas, na verdade as altas constantes são o resultado de desequilíbrios preocupantes na economia.
            No Brasil há dois fatores inflacionários que incomodam há décadas; os governos os conhecem, mas nunca explicam claramente ao povo. É normal ouvirmos o presidente ou ministros tentando justificar altas inflacionárias e prometendo que vão resolver o problema, contudo, nunca resolvem, porque a solução passa por caminhos muito difíceis; talvez até impossíveis no Brasil e depende de providências de ordem política e estrutural, tão caras, complexas e demoradas que é mais fácil se desculpar e empurrar o problema com a barriga.
            Notem que o remédio comum aplicado por todos os governantes é a alta dos juros. Assim as operações financeiras, incluindo compras a vista, a prazo e empréstimos bancários ficam mais caras. Aumentar os juros é a ferramenta mais comum para diminuir o consumo das famílias e das empresas. Ao aplicar esse remédio o povo consome menos, as empresas investem menos, a produção cai, o desemprego aumenta, o consumo diminui ainda mais e o país para. Assim montamos numa gangorra: toda vez que o país vai parando, o governo baixa  juros, reduz os impostos de alguns produtos populares como eletrodomésticos e automóveis. Lentamente a economia começa a respirar voltando a crescer até que um belo dia a inflação sobe e nova alta de juros faz voltar tudo à estaca zero, num vai e vem sem fim. O país que vive este problema esta doente. Aumentar e baixar juros é como receitar aspirina para o paciente que esta com câncer. Nada resolve, mas impede o desenvolvimento e mantém quem já é pobre ainda mais pobre. Os ricos, menos ricos.
            A economia de um país é a ciência do equilíbrio! É indispensável que as empresas se preparem com antecedência e adequadamente para abastecer o mercado com sua produção. Para isso precisam de capital de giro, capital de investimento para aquisição de novos equipamentos, ampliação de instalações, contratação de mão de obra nova em tempo suficiente. Mas o combustível que move o empresário a arriscar seu capital se chama confiança no futuro. Quando há incertezas no horizonte, as empresas param de ampliar sua capacidade de produzir e se mantêm em ponto morto numa espécie de compasso de espera.
            O Brasil é um país que há décadas planta incertezas nos horizontes da economia e na cabeça dos investidores. Insegurança proveniente da concorrência cada vez maior com produtos chineses baratos, impostos cada vez mais altos, leis trabalhistas que concedem direitos cada vez mais caros aos trabalhadores, falta de mão de obra qualificada, juros altos, complexa burocracia, infra-estrutura de transportes precária e cara. Essas são apenas algumas das causas, mas, dependendo da região do país, outras podem também influir negativamente. 
            O governo, principalmente esse do PT, não toma nenhuma providência no sentido de fazer com que as empresas aumentem a produção, mas atua do outro lado da moeda distribuindo dinheiro ao povo através de seus programas assistencialistas e bolsas com o único objetivo de ganhar votos.
            Vou explicar: O governo não erra por ajudar aos pobres, mas não acerta quando somente ajuda aos pobres. A ajuda deve vir acompanhada de forte incentivo à produção. Quando uma multidão de pessoas miseráveis que nunca puderam consumir, ganha bolsas e vira consumidora acontece um grande aumento repentino da procura por mercadorias As empresas tentam atender ao aumento extra da procura, mas não conseguem, porque sua capacidade de produção não é suficiente. Nessas circunstâncias gera-se desequilíbrio entre produção e procura, provocando a imediata e descontrolada elevação de preços. Essa situação é ruim para todo mundo, porque os salários e as bolsas do governo não aumentam na mesma proporção dos preços e todos ficam cada vez mais pobres.
            O outro fator que contribui para alta inflacionária também reside no saco de burrices e incompetências do governo. À medida que aumentam-se impostos, deveriam também aumentar investimentos em construção e modernização de estradas, portos, aeroportos, hospitais, escolas, etc. Enfim; na mesma proporção que o governo tira dinheiro da sociedade deve investir em infra-estrutura e melhoramentos de toda ordem. Uma das funções de governo é transforma-se num potente motor propulsor do progresso, através da devolução de impostos em benfeitorias e desenvolvimento. O ato de construir e modernizar tem alto potencial de geração de empregos e distribuição de renda, assim criando clima favorável e de confiança; muito contribuindo para o equilíbrio entre a oferta e o consumo. O governo do PT ia ao caminho certo, quando lançou o Projeto de Aceleração do Crescimento (PAC), uma boa iniciativa, que até hoje levantou vôo de galinha por incompetência, despreparo gerencial e falsidade ideológico-eleitoreira.
            Algumas estatísticas recentes dão conta da situação alarmante em que se encontra o Brasil. A primeira acusa que a corrupção e a ineficiência administrativa são responsáveis pelo desvio anual de mais de 40 bilhões de dólares e uma outra informa que nos últimos dez anos os ladrões de colarinho branco roubaram do povo quase um terço de tudo que se produziu no país. Pelo menos se esse montante tivesse permanecido girando na economia com a abertura de fábricas e outros projetos producentes, talvez a coisa não fosse tão séria; o grande problema é que a maior parte desse montante é desviada para paraísos fiscais e investimentos no exterior.
            A presidente Dilma diante da alta inflacionária prometeu que não descansará enquanto não controlar a inflação. Mentiu para o povo, porque ela sabe que não pode controlá-la com os métodos de gestão usados pelo PT. O máximo que poderá fazer é botar o pé no freio para o coração econômico do país bater mais devagar. Sabe também que a economia caracteriza-se como uma ciência exata. Por isso o Estado jamais pode injetar dinheiro na economia sem lastro. Isso significa que pela mesma quantidade de moeda nova injetada, necessário é que se produza na mesma equivalência.
            O PT já esta distribuindo hoje em auxilio para os pobres 13 bilhões de reais por mês e pretende aumentar ainda mais. Se não houver o mesmo incentivo para o setor produtivo a inflação vai continuar aumentando. Matemática é do equilíbrio, não é do PT comunista que pensa poder fazer o país crescer e tirar multidões da miséria desprezando quem pensa, investe e produz. A isso classifico como burrice utópica Soviético-Cubana-Marxista-Comunista ou devaneios de idiotas do baixo calibre de Lenin, Fidel Castro, Hugo Chaves, Lula e simpatizantes.


p/ ANTONIO KLEBER DOS SANTOS CECILIO



sábado, 18 de maio de 2013

NOVELAS, SONHOS E REALIDADE




NOVELAS, SONHOS E REALIDADE
          
         Novelas entram nas nossas vidas mesmo que não entremos nelas. Não tem jeito! A janelinha eletrônica esta logo ali na sala, no quarto, na cozinha, na vitrine da rua, na rodoviária, no consultório médico, no ônibus, na internet, no bolso. De qualquer maneira somos vitimados pela lavagem cerebral diária que a trama promove. Novas músicas que se transformam em temas do fulano e da beltrana. Você viu o conjunto da cicrana; igual ao da Tenente?! E o baton cor de rosa fresca da Áixa; lá no shopping  já chegou!
            Novela é coisa tão séria na vida da gente que sem querer deixamos de lado o relógio e delegamos a ela sua função. Querem um exemplo?: Passo lá depois da novela. A briga foi antes ou depois da novela? A que horas será o jogo? Depois da novela. Na hora da novela não atendo nem ao telefone.
            O negócio pode parecer brincadeira, passa tempo, coisa de quem não tem nada que fazer, mas para muita gente, que vive da dramaturgia do faz de conta, é profissão e muito rentável, invejada pela maioria dos mortais. As redes de tv investem milhões e ganham muito mais  com essa tal arte de nos encartar ou fazer vomitar.  – “ Nossa, quando essa Lívia Marine aparece, tenho náuseas! Pelo amor da Santa, como eu queria ser o Stênio, para dormir um só dia com a delegada! Ei cara; deixa de ser bobo, não misture as estações, delegada é personagem irreal; o nome dela é Giovana Antonelli na real! Não se intrometa,  não posso ter liberdade nem para sonhar!
            Outros exemplos de como as pessoas fazem das novelas ferramentas de viver, ouvi de uma senhora, já de mais idade data a filosofar, que consegue sentir nas temporadas das novelas espécies de estações da vida. Ah; diz ela: - fico triste quando a novela acaba, porque sinto que estou ficando mais velha; essa durou sete meses! Agora começa outra e quando acabar já estaremos em 2014! Nossa, quando vi o Francisco Cuoco a primeira vez foi numa novela chamada “Redenção”. Ele era novinho e lindo que nem era eu! Éramos fresquinhos como duas folhas de alface. Agora, nem acredito que fiquei velha quanto ele. Quando o vejo naqueles cabelos brancos e rugas de maracujá esquecido, me olho no espelho e até comparo. Mas ainda acho que estou melhor!
            Há semanas ouvi um absurdo! Parado numa esquina à espera do sinal,  pequei o entremeio de um colóquio feminino, quando uma das duas confessou que esta de saco cheio do marido, porque ele quer funcionar na hora da novela. Aí, ao sinal de, deixe para depois, quando vejo ele já dormiu. “Acabo arrumando outro que queira brincar antes ou depois da novela. Não sei por que ele tem que ser sempre do contra?!
            E minha saudosa vovozinha, do alto da sua santa inocência e das intermináveis funções de tricotar, dizia que preferia mil vezes assistir às bobagens das novelas que às novidades ruins dos jornais. –“Na hora da notícia a gente só vê morte, assalto, acidente, político safado, banditismo e tragédias. Na novela, pelo menos, também tem essas coisas, mas a gente sabe que é mentira!”
            Sonhos e novelas são aquelas coisas que não se discutem. Orbitam no campo da política, da religião, do futebol, do amor, do ódio, da moda, do tempo e até do sexo. Cada um sente bem ou sofre de acordo com os acordes da sua alma. Por isso, não estamos aqui para discutir, mas temos que reconhecer que ao fazerem sonhar já valem quanto pesam. Afinal, o que seria da realidade sem sonhos ou dos sonhos sem realidade.  A ordem desses fatores deixo por sua conta.

p/ ANTONIO KLEBER DOS SANTOS CECILIO

quinta-feira, 16 de maio de 2013

RESPOSTA AO PROFESSOR COMUNISTA SALIM LAMRANI DA SORBONNE



MINHA RESPOSTA AO PROFESSOR SALIM LAMRANI AOS SEUS QUESTIOMENTOS À DISSIDENTE CUBANA YOANI SANCHEZ. O PROFESSOR DEFENDE O REGIME COMUNISTA DITATORIAL CUBANO E É DR. ESPECIALISTA EM ASSUNTOS CUBANO AMERICANOS.

Tentando responder sua extensa pergunta baseado no que senti quando vi e ouvi pela primeira vez esse ícone midiático, que atende pelo nome de Yoani Sachez:
Tenho quase sessenta anos nas costas, sou lido e corrido, viajado, já li algumas centenas de livros, conheço uma dezena de países, vivi muito bem o tempo da guerra fria e suas nuances de assédio comunista baseada em terrorismo urbano brasileiro e latino americano, assaltos a bancos, seqüestros de autoridades,  que muito aterrorizaram a paz das famílias, como também assisti à brilhante e eficiente reação do nosso exército (estou me referindo ao brasileiro) na função de defender o Brasil contra as ações daqueles agentes que diziam e ainda dizem ter atuado em nome da liberdade, mas que na realidade eram movidos pelo baixo sentimento de ódio às instituições democráticas, ao capitalismo  e ao progresso americano; sentimento oriundo da União Soviética liderada pelo bando de assassinos bolcheviques responsáveis por milhares de casos de torturas e assassinatos nos gulags siberianos; especialistas na arte do terrorismo, do monitoramento do direito de ir e vir, do achaque e da bisbilhotagem da vida alheia nos países da cortina de ferro (Europa oriental).
            Conheço também de perto os métodos de colonialismo cruel usado e empregado pelos chacais europeus e americanos na América Latina, na África e em muitos pontos da Ásia e da Oceania.
            Estou, por enquanto, me referindo a acontecimentos relativos à história contemporânea. Entretanto, se alargarmos a visão para horizontes mais vastos através dos séculos veremos que esses métodos de massacre expansionista e exploratório sempre foram aplicados desde os grandes Impérios da Antigüidade.
            Fácil concluir, para não delongar, que o defeito mora no ser humano. Nossa espécie é predadora por natureza! Nós não aquentamos ver outros em paz e prosperando que logo aquele velho e vil sentimento chamado “inveja” nos acomete e nos impele ao ato da destruição, da perseguição, do massacre, do menosprezo, da discriminação, do desdenho. Dificilmente alguém procura usar o progresso do outro como bom exemplo positivo para aplicação em seu próprio quintal. Nosso primeiro impulso é a dominação pela força. Veja, por exemplo, a história da Rússia (ex União Soviética) ou mesmo Cuba?  Países que ficaram pobres e atrasados no tempo e no espaço. A Rússia se destacou na área bélica e na astronáutica, porque uma esta intimamente relacionada à outra e ainda havia os Estados Unidos para servirem de espelho. Onde mais os russos se destacam hoje que mereça menção? Quantas grandes universidades há na Rússia, quais e quantas conquistas científicas os russos legaram à humanidade, quantos prêmios nobéis eles já conquistaram, qual a grandeza do índice de desenvolvimento humano russo, quais grandes transnacionais carregam a bandeira Russa? Cuba encalacrada no mesmo abismo, enquanto contou com a ajuda Soviética foi mais ou menos. Agora, não passa de uma excrescência sempre culpando os Estados Unidos pelo embargo econômico! No entanto, se trocarmos os sujeitos da pergunta e introduzirmos os EUA ou a França, onde você mora, trabalha e vive livremente a resposta será infinitamente mais extensa. Esses são centros científicos que colaboram e colaboraram em muito com o progresso humano.
            Concluo, sem a menor sombra de dúvida, que a história da humanidade é um lixo do qual deveríamos nos envergonhar, entretanto uma pérola brotou nessa lama há pouco menos de um século, chamada DEMOCRACIA E DIREITOS HUMANOS.
            Sei que ela ainda é muito desrespeitada e em seu nome muitas arbitrariedades e injustiças ainda se cometem, mas, ainda assim, prefiro conviver e viver nos países onde ela mal ou bem é cultuada, onde haja eleição, imprensa livre, liberdade de ir e vir, de investir, de criticar, falar o que se pensa, reunir e discutir política oposicionista, de criar, de manifestar, de sonhar e poder transformar sonhos em realidade.
            Não adianta vocês comunistas tentarem vender a falsa idéia de que regimes onde manda um ditador, cercado por um bando de asseclas fieis agindo nas sombras sem a presença da imprensa livre, sem partidos de oposição, com pessoas impedidas, pelo menos, de ir embora, seja uma boa coisa para viver e conviver.
            Cuba é vendida e considerada por vocês como um paraíso de progresso e desenvolvimento social. Mentira pura e simples! Vocês deveriam ter consciência e pararem de vender um peixe podre desses. Conheci centenas de cubanos, todos com histórias escabrosas pra contar. Nunca vi nem conheci pelo menos um que falasse bem da tão propalada “Revolucion”. Além disso, Cuba é um pais que esta despencando aos pedaços. Pelas fotos não é difícil perceber. Fidel Castro é um sujeito asqueroso, com cara de bandido desafiador. Seu olhar flamejante demonstra que sua alma é carregada de culpa e de más intenções. Aliás, todo assassino no fim da vida assume a postura de guru santificado e remido.
            Prefiro Yoani Sanchez com todas as suspeitas de alianças espúrias com países e instituições reconhecidamente democráticas, do que Fidel Castro vestido de cordeiro e com a cruz de Cristo nas mãos.
            Vocês comunistas são figuras quase mitológicas no mundo político bem chegados à vida fantasiosa. Não se cansam de propalar vantagens que ninguém pode conferir ou constatar. Aqui no Brasil, no Paraguai, na França, nos Estados Unidos ou no Gabão; feridas e cicatrizes estão escancaradas para quem quiser ver, pesar, medir, criticar, julgar, tripudiar, zombar. Mas, quando se fala em Cuba e na União Soviética, vocês mudam de assunto como o demônio mudaria se falássemos do céu. O compromisso de vocês é única e exclusivamente com a “Revolucion” utópica, a fim de encher a cabeça de jovens impetuosos e ignorantes e usá-los como soldados numa luta, cuja vitória, se algum dia acontecer, jamais participarão? Fidel Castro eliminou os camaradas que o acompanharam na investida contra Fulgêncio Batista, assim como Lenin também o fez com os trabalhadores miseráveis que o entronaram na liderança da “revolucion” marxista contra a elite czariana russa. Os lideres que carregam consigo o vírus dominatório temem todos aqueles que têm potencial para colocar em risco seu projeto de se perpetuar no poder, por isso se apressam para se livrar deles. Puros traidores!
            Você se dirige a Yoani com perguntas e mais perguntas, quase sempre preocupado com o dinheiro que ela ganha, deixou de ganhar, quem paga suas despesas, por que se mudou para a Europa, por que voltou para Cuba, por que recebeu a emissária americana em seu apartamento? Impressionante como um homem do seu gabarito, senhor de um currículo invejável, catedrático de Sorbonne, vários livros publicados; é capaz de descer das alturas de tamanho pedestal para inquirir outra pessoa que simplesmente esta correndo atrás do mesmo sonho que você conseguiu conquistar. Responda com todas as letras, sem subterfúgios: quem pagou seus estudos até que chegasse a tão alto grau, quais seus ganhos em euros, quanto ganha pelos seus direitos autorais? Baseado no mesmo tom pejorativo das perguntas dirigidas a Yoani Sanchez, não é difícil concluir que o governo cubano teria arcado com as despesas da sua alta graduação enquanto seu povo vive com uma mínima ração e sem poder reclamar.  Senão, a troco de que um intelectual do seu nível, que vive em Paris, Cidade Luz, ícone do capitalismo, do consumismo, da democracia e berço da cultura moderna; perderia quase todo o tempo da vida defendendo e enaltecendo um regime obscuro como o Cubano? Por que não se muda para Cuba e vai ganhar o que ganham os cubanos sob as botas dos irmãos Castro?
            Sinto muito, mas as contas da sua vida não fecham. Por isso qualquer pessoa minimamente inteligente conclui que você é um sujeito desonesto nas suas afirmações, na sua cátedra e nas suas preleções publicadas. Um sujeito do seu nível, morador de Paris, ter a coragem de defender ditaduras e ditadores é um verdadeiro desvio comportamental. E pior: as perguntas formuladas por você e dirigidas a Yoani estão carregadas de afirmações que comprovam o que você comunistas negam sobre Cuba.

Um exemplo:
11. Como pode pretender representar os cubanos enquanto possui um nível de vida que nenhuma pessoa na ilha pode se permitir levar?
Minha pergunta: Quem as impede de levar um alto nível de vida?

12. O que faz para se conectar à Internet se afirma que os cubanos não têm acesso e ela?
Meu comentário: o mundo inteiro sabe que em ditaduras comunistas como as da Koreia do Norte, China e Cuba, só os chefões têm acesso livre à internet.

            Outro ponto fraco da sua pessoa é seu pedantismo. Nunca perde oportunidade de anunciar seu longo e invejável currículo acadêmico, certamente na certeza de que sua montaria de ouro o credencia a falar bobagens que todos devem acreditar. Conheço pessoas que o superam em gênero, número e grau; já contribuíram sobremaneira com trabalhos de grande utilidade e nem por isso vivem por aí a se promover como se donos da verdade fossem. Aliás, até se engrandecem quando reconhecem que quanto mais sabem, menos podem compreender os segredos da personalidade humana ou da ciência.
            Yoani ainda será presidente de Cuba, com o apoio internacional. Se depender do meu apoio financeiro e político, ela o terá. Para você ver que carisma e credibilidade ela tem de sobra. Isso é questão pessoal, não se discute. A pessoa já nasce com esse dom! Com certeza a França, país que não é qualquer um que pode ter o privilégio de morar, a apoiará. Nesse caso, lhe dou um conselho. Mude-se para Cuba. Lá as latrinas dos ditadores e dos seus puxa sacos cheiram muito bem. Fedor é coisa de povo e reside lá do outro lado dos muros dos palácios e residências chiques da elite. De qual lado você escolherá viver?
            Ah, ainda lhe restará os Estados Unidos. Você tem visto no passaporte? Se não tiver tente, que eles com certeza o deixarão entrar para continuar metendo o páu neles e elogiando os irmãos Castro. A democracia que eu admiro funciona assim, caro professor!
        Ah, ia me esquecendo! Você quanto eu sabemos muito bem que a América Latina é e foi mesmo muito explorada pelos chacais da direita. Contudo hoje essa desculpa não tem mais fundamento. A culpa da nossa pobreza e do nosso atraso social é simplesmente dos nossos governantes safados, corruptos, desonestos e/ou incompetentes. Por isso um último conselho: pare de imputar a culpa das nossas mazelas latino americanas exclusivamente ao capitalismo. Hoje o maniqueismo totalitário de muitos bandidos que vivem nas abas dos governo e de governantes populistas como Lula e Dilma são nossos maiores inimigos. Dão esmolas com uma mão e roubam com a outra na esteira da enorme carga tributária, inclusive para os bolsistas pobres, que aliás proporcionalmente são os que pagam mais impostos. 
       Veja o exemplo da Argentina e da Venezuela. O que os governantes idiotas estão fazendo lá merece que nota do professor? Na Venezuela há desabastecimento até de papel higiênico e a Argentina já exibe a maior inflação do globo. Certamente o sr. afirmará que a culpa cabe aos americanos e ao seu capitalismo.

terça-feira, 14 de maio de 2013

OS PORCOS SELVAGENS E O COMUNISMO



         Conta a lenda que certo fazendeiro todo ano plantava muitos acres de milho e devido à grande produtividade tornou-se o maior produtor da região. Sua fazenda estava localizada em um planalto que se estendia das margens do rio até o sopé das montanhas. O sistema de chuvas freqüentes e enchentes esparsas lhe conferiam alta fertilidade às terras, pois quando não eram as águas do rio carregadas de nutrientes invadindo vastas áreas às margens, torrentes jorravam das montanhas depositando generoso humos das folhas caídas ao chão da floresta nativa localizada ao derredor da cordilheira.
Lá, naqueles cumes e grotas perdidas vivia um bando de porcos selvagens altamente ferozes e ariscos, quase impossível de serem capturados. Sua carne especial e muito apreciada os tornava caça preferida não fosse o risco da caçada. Dentes pontiagudos, músculos fortes e alta velocidade demandavam cachorros especiais, bem treinados, assim como caçadores dispostos a matar como também morrer nas corridas desenfreadas por dentre buracos, pedras e arbustos espinhosos.  O bando vivia em liberdade total, naquela região quase impenetrável, gozando de boa saúde graças à abundância de alimentos naturais e ao equilíbrio populacional devido à ação de predadores, brigas entre indivíduos por demarcação de território, estabelecimento de lideranças para conquista do direito ao acasalamento. Enfim tudo funcionava sob a dinâmica do equilíbrio natural.
O fazendeiro então ansioso pela carne apetitosa e barata resolveu desalojar o rebanho com uma estratégia simples. Passou a disponibilizar parte da produção como isca, primeiramente colocadas em pontos estratégicos próximos às matas, a fim de cevá-los com comida fácil. Lentamente foi fixando chamariscos cada vez mais próximos as áreas mais acessíveis.  Os primeiros indivíduos mesmo titubeantes vieram se aproximando e, à medida que o resto do bando os observava seguros e tranqüilos, também veio chegando até que o ato de sair do esconderijo tornou-se fato normal. Comida não era mais problema, não demandava demarcação de território, nenhum risco, nem enfrentamentos constantes. 
A imediata conseqüência foi que a população começou a aumentar promovendo o primeiro desequilíbrio ecológico. As reservas naturais não mais podiam comportar aquele aumento populacional e a crescente demanda por comida. O milho do fazendeiro tornou-se necessidade indispensável. Todo dia, um por um, aparecia quase na mesma hora e pastava tranquilamente o manjar caído dos céus. Ficaram tão certos e seguros que nem mais voltavam à noite para os antigos abrigos. Dormiam por ali mesmo, afinal, nenhum predador se aventurava naquelas perigosas proximidades com o homem.
Então o fazendeiro executou o segundo capítulo da estratégia. Plantou uma cerca a esmo, alta e reforçada, de arames farpados com um comprimento aproximado de um quilômetro. A princípio o bando estranhou, mas nada que o fizesse retroceder; e o alimento fácil foi ainda mais reforçado.
Meses depois, outra cerca formando um ângulo de noventa graus partiu de uma das pontas da primeira. O bando novamente estranhou, mas não desistiu da vida fácil a que estava habituado e continuou se refestelando nas cevas cuidadosamente colocadas. Algum tempo passou e nova cerca, agora nascendo na ponta oposta à primeira, de modo que se formou uma letra U gigante. O rebanho dessa vez sumiu por uns tempos. O fazendeiro contra atacou com mais milho por todos os lados do grande cercado em forma de U e eles retornaram em poucos dias.
Agora era só esperar o desfecho final. Seis meses de calmaria e um belo dia o fazendeiro resolveu fechar o quadrado, deixando apenas uma passagem de alguns metros de largura. O bando reagiu com novo sumiço. Contudo, a fome e a tentação pelo ócio eram grandes e alguns indivíduos mais afoitos começaram a regressar até que lá estava todo o bando. Lentamente aprenderam que havia uma passagem estreita, mas transitável.
Assim as coisas permaneceram por mais alguns meses, até que um dia, muitos capangas e uma matilha de cachorros chegaram sutilmente, empurraram todo o bando para o fundo do quadrado e fecharam a passagem com uma forte porteira equipada com alarmes, ferrolhos e cães famintos plantados do lado de fora.
A boa aparência era visível, todos gordos, pelo liso, mas infelizes. Tornaram-se comida fácil.  Porém o fazendeiro como bom administrador, agora precisava compensar as despesas contínuas e crescentes com alimentação, manejo, construção e eletrificação da cerca, salário dos novos empregados e comida da matilha. Não havia mais cruzamentos espontâneos, lideres e subalternos eram tratados da mesma maneira e para cúmulo do absurdo, a fim de aumentar a produtividade, o fazendeiro adotou um sistema de fertilização in-vitro. Não havia mais liberdade, nem para o prazer do sexo e da reprodução livre. Fêmeas presas de um lado, machos do outro. E para cúmulo do absurdo foram submetidos a um regime de emagrecimento, pois carne magra com menos colesterol tinha maior valor de mercado.
Assim o final da estória foi triste. Indivíduos antes livres no tempo e no espaço infinito, agora enfraquecidos e presos para sempre!
A estratégia de implantação do comunismo assemelha-se à estória acima. Introduzindo-se um elemento novo num ambiente auto-sustentável alterou-se profundamente o equilíbrio do ecossistema. A simples disposição de alimento fácil minou e enfraqueceu o instinto de sobrevivência tornando a espécie dependente e muito vulnerável.
Quando se trata do elemento humano o fenômeno não é diferente. Apesar da racionalidade, quando campanhas assistencialistas são introduzidas com distribuição freqüente de esmolas e outros auxílios materiais baratos, num primeiro momento, funcionam como medidas emergenciais com resultados positivos, mas também promovem alto nível de deslumbramento político popular; contudo emergências não podem e não devem se eternizar. Portanto, se, paralelamente, não forem adotadas medidas de reestruturação social e refinamento educacional capazes de abrir horizontes mentais, a fim de preservar e incentivar o natural instinto humano de questionar e, por conseguinte, de ser e estar livre, para desenvolver opiniões próprias e escolher seu próprio destino, o homem/mulher ficam embotados; assim susceptíveis ao surgimento da inércia mental, da falta de criatividade, do ócio produtivo e da preguiça. A certeza de que a gota salvadora virá em dia e hora marcada é exatamente a dose do ópio que não permite os estados comunistas totalitários se desenvolverem na mesma medida e eficiência dos capitalistas democráticos.
Historicamente o estado totalitário comunista entra num processo de retardamento do ritmo desenvolvimentista, porque assume o status de provedor de uma horda de dependentes conformados com o mínimo possível; desenvolve uma elite parasita, perdulária e intocável; afugenta investidores pela insegurança estabelecida num ambiente aonde quem pensa e progride é considerado vilão e inimigo do regime; cria-se um exército de fanáticos burocratas domados como cães fieis treinados na arte de tomar conta da vida alheia para delatar sob a mínima suspeição de traição; finalmente institui-se o medo como eletricidade da cerca e lembrete de “manda quem pode e obedece quem tem juízo”.

ANTONIO KLEBER DOS SANTOS CECILIO

domingo, 12 de maio de 2013

MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE MAMÃE!



Mamãe se foi para junto de Deus, mas suas palavras ficaram:

- " nunca despreze os mais fracos;
 - apague a luz, porque  papai esta apertado;
 - jogue lixo no lixo;
 - gays também são humanos e merecem respeito;
 - ceda seu lugar aos mais velhos;
 - não ande na contra mão, mesmo que na calçada;
 - nunca fale mais alto do que quem grita;
 - ouça o silêncio, ele também tem algo a dizer;
 - sua professor/a merece tanto respeito quanto seus pais;
 - desligue a tv, se não vai assistir mais;
 - fale baixo, seus irmãos estão dormindo
 - sempre tome benção do vôvô e da vóvó, eles são seus segundos pais;
 - fale baixo, papai esta dormindo;
 - não critique o padre; pois suas contas serão prestadas a Deus;
 - as mulheres não são fracas, são sensíveis;
 - reze e agradeça a Deus o alimento antes de comê-lo;
 - vá ao banheiro e o deixe tão limpo, quanto gostou de encontrá-lo;
 - vá estudar senão seu futuro se perderá;
 - você já leu hoje? A leitura enriquece o saber.
 - escove os dentes depois das refeições;
 - lave as mãos depois de ir ao banheiro;
 - nunca pense que o pedaço maior é o seu;
 - lembre-se que o pedestre tem preferência;
 - a música clássica só não é mais sublime que a palavra de Deus!
 - não é vergonha homem chorar
 - errar é humano, mas tente não errar muitas vezes;
 - não jogue papel no chão;
 - não desperdice, porque o resto sempre é a medida do que falta a alguém;
 - não ouça o rádio alto, porque incomoda o vizinho;
 - problemas dos outros aos outros compete;
 - siga os exemplos do papai, ele é um homem de bem;
 - papai e mamãe são seus melhores amigos; nunca duvide de nós;
 - lave seu prato, principalmente se for na casa dos outros;
 - dobre sua roupa e guarde no lugar;
 - nunca deixe o quarto desarrumado quando for dormir fora de casa;
 - não pense que porque você pagou tudo pode;
 - respeite o dinheiro, ele não cai do céu, requer suor;
 - deixe esses pães que amanhã vou oferecê-lo aos pobres;
 - pela manhã ao acordar, agradeça a Deus pela bela noite de sono e pelo novo dia;
 - antes da prova peça inspiração ao Divino Espírito Santo;
 - flores e plantas não são para tocar, mas para admirar;
 - não judie com os animais, eles são criaturas divinas;
 - feche a porta, se a encontrou fechada;
 - pague o que você deve;
 - não mexa no que não é seu;
 - referencie nossa bandeira;
 - poste-se em sentido ao ouvir o hino nacional;
 - morra pela sua Pátria desde que a causa seja justa, se não deserde e morra como traidor".

Nossa, ainda tem muito mais que isso. No momento não me lembro.
Ela era essa ladainha vinte e quatro horas; parecia uma máquina de falar.
Acho que ela se foi, mas ficou!
Quem dera todas as mães fossem tão chatas quanto ela; certamente a humanidade não estaria tão inconsequente e irresponsável como é!
Que Deus a tenha em bom lugar!